segunda-feira, 27 de abril de 2009

Resíduos sólidos pedem melhores políticas públicas já

Brasil, 24 de Abril de 2009


Por Neuza Árbocz, da Envolverde - especial para o Instituto Ethos

Aterro privado abraça a causa de ampliar a coleta seletiva. Caminhões de lixo chegam e despejam todo seu conteúdo sobre o solo, dia e noite. Seu movimento é seguido por pequenos tratores que compactam os dejetos e os cobrem rapidamente de terra. Esta atividade segue de domingo a domingo, sem parar, no aterro privado da Estre Ambiental, em Paulínia (SP), que recebe a coleta de 22 municípios da região metropolitana de Campinas e ainda os rejeitos industriais de 900 empresas, e demonstra o grande investimento necessário para lidar com eficiência com mais de 4.000 toneladas diár...

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O desperdício que alimenta a fome
Por Leticia Freire, do Mercado Ético

Fome. Ela existe dentro de um paradoxo de extrema falta e abundante desperdício. Mas é possível entornar o caldo e cozinhar folhas e talos sem medo do saboroso e nutritivo resultado.A perda de alimentos, na maioria das vezes, ocorre por despreparo das pessoas do ramo da agroindústria e dos consumidores. Na hora da colheita, a uva é arremessada lá do alto da parreira para o chão, sem amortecedor. No transporte, as bananas vêm amassadas pelas caixas de madeira empilhadas umas sobre as outras. Nos centros atacadistas, os abacaxis que vieram amontoados nos caminhões continuam amassados...

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Mulheres - Argentina: Adolescentes “ni-ni”
Por Marcela Valente, da IPS

Buenos Aires, 24/04/2009 – Com apenas 17 anos, Cíntia é mãe de três filhos e está tentando retomar os estudos que abandonou várias vezes por causa engravidar e pelas doenças das crianças. Mas o diretor é céptico. Acredita que quando começar o frio a jovem voltará a desertar. Cíntia* faz parte de um batalhão de adolescentes da Argentina que não estudam nem trabalham. Tampouco procuram emprego. Os sociólogos as chamam de “ni-ni”. São cerca de 7 São cerca de 756 mil jovens entre 15 e 24 anos que est&atild...

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''Cultura e arte são instrumentos privilegiados para a educação''
Por Talita Mochiute, do Aprendiz

“A cultura e a arte são instrumentos privilegiados para a educação formal e não-formal”, afirmou o fundador-presidente da rede europeia Banlieues d’Europe, Jean Hurstel, durante o seminário internacional “Linguagens da Cultura – Desafios da Educação Não-Formal”, promovido pelo projeto Rumos do Itaú Cultural, em São Paulo (SP).Durante sua participação, o arte-educador enfatizou a importância da arte e da cultura como matérias-primas para a aprendizagem e formação do indivíduo. Para ele, esse ...

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Meios de comunicação: A metamorfose
Por Mario Lubetkin*

Roma, abril/2009 – As grandes depressões mundiais, como a atual, desencadeiam um efeito dominó, afetam quase todas as atividades econômicas e sociais. Mas a atenção dos meios de comunicação se concentra sobre algumas de suas múltiplas e contínuas manifestações, as que estremecem os centros de poder, enquanto se interessam pouco ou nada pela periferia, onde a pobreza agravada pela crise causa as mais dramáticas consequências. Vemos isso dia a dia há mais de um ano.As primeiras páginas informam sobre os milhares de milhões de d&oa...

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Brasil pode reduzir 70% das emissões sem comprometer crescimento
Por Bruno Calixto, do site Amazonia.org.br

O Brasil pode reduzir até 70% de suas emissões de gases de efeito estufa até 2030 sem comprometer o crescimento e desenvolvimento econômico do país, de acordo com o estudo “Caminhos para uma economia de baixa emissão de carbono no Brasil”, produzido pela McKinsey. Segundo o estudo, apresentado na semana passada (17/4) durante a Reunião Ampliada de REDD do Fórum Amazônia Sustentável, apesar de ser o 4º maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, o Brasil é um dos países que tem o maior potencial de reduzir essas emissões.O relat&oacu...

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Acordo climático pós-Quioto terá que ter MDL 2.0
Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil

O mecanismo de redução de emissões baseado em projetos continuará a existir, porém serão necessárias aperfeiçoamentos, com alguns especialistas prevendo a mudança para uma abordagem setorialFrente as dificuldades encaradas pelos projetos de mitigação de gases do efeito estufa ligados ao Protocolo de Quioto nos últimos anos, muito terá que ser aperfeiçoado no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) em um acordo pós-2012, no que alguns especialistas já apelidam de MDL 2.0.“Precisamos de uma reforma do MDL. Não levaremos ...

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Bairro com melhor IDH está a 15 minutos do pior
Por Tiago Mali, do Pnud

Com 9.800 km², a Região Metropolitana de Porto Alegre ocupa uma área do tamanho do Líbano. Da área que possui o pior IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), o Loteamento Santa Terezinha, no bairro Floresta, até o local com melhor índice, bairros Auxiliadora e Mont Serrat, são aproximadamente 15 minutos de carro - ambas estão próximas do centro de Porto Alegre. Suas disparidades de desenvolvimento humano, no entanto, são continentais. O loteamento tem um IDH-M de 0,641, comparável ao IDH da Namíbia (0,634), que ocupa a 129ª posi&cce...

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Governo usará fiscalização eletrônica para conter desmatamento na Amazônia
Por Vinicius Konchinski, da Agência Brasil
Brasília - A fiscalização eletrônica dos grandes frigoríficos é a novo instrume...

  Mulheres negras de baixa escolaridade são maioria no emprego doméstico em São Paulo
Por Flávia Albuquerque , da Agência Brasil
Do total de mulheres que trabalhavam na Região Metropolitana de São Paulo em 2008, 16,3% realizavam servi&...

ONU organiza novo debate sobre crianças-soldados
Por Carlos Araújo & Michelle Alves de Lima, da Rádio ONU em Nova York.
O Conselho de Segurança da ONU informou que realizará uma nova reunião para discutir o problema do ...

  Chile: Cientista alerta para perigo de geleiras rochosas
Por Daniela Estrada, da IPS
Santiago, 24/04/2009 – A recém-aprovada política chilena “é um avanço, mas n&ati...

Pesquisa aponta semelhanças entre o homem e o boi
Por Redação da Agência USP
O genoma bovino tem pelo menos 22 mil genes e a maioria dos cromossomos corresponde na sua totalidade, ou em partes, aos...

  Revista Meio Ambiente Industrial lança o Prêmio “Dê Crédito ao Meio Ambiente”
A iniciativa, em sua primeira edição, visa premiar Idéias de Projetos de MDL – Mecanismo de D...

Governo vai incentivar sociobiodiversidade para combater desmatamento
Por Paulenir Constâncio, do MMA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança, na segunda (27), em Manaus, o Plano Nacional das Cadeias Pro...

  Estudo analisa a pecuária na Amazônia Legal
Por Thais Iervolino, do Amazonia.org.br
O grande financiamento do poder público destinado à pecuária (R$ 34 bilhões nos últim...

Decisão sobre pagamento pelo acesso à biodiversidade terá prazo
Por Redação do MMA
Uma intervenção inesperada do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, na sessão da manhã de ...

  UNESCO debate riscos à liberdade de imprensa
"O que ameaça a liberdade de imprensa? E quem a imprensa ameaça?"Como parte das comemorações...



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quinta-feira, 23 de abril de 2009

A pior crise é a nossa fraqueza política

Brasil, 23 de Abril de 2009

Por Henrique Andrade Camargo, do Mercado Ético

Ele é uma das pessoas mais influentes do mundo em assuntos ligados à sustentabilidade. Com dezenas de livros publicados - entre eles o best-seller Green Consumer Guide e Canibais com garfo e faca, além do recente Empreendedores sociais, onde aborda a contribuição de uma nova geração de empresários para o aperfeiçoamento da gestão dos negócios - o sociólogo John Elkington é mais conhecido pela criação da expressão triple bottom line - people, planet, profit, que descreve o tripé da sustentabilidade e permite avaliar o desempen...

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Poluição causará 25 mil mortes em SP até 2040
Por Vivian Lobato, do Aprendiz

Todos os anos 3,5 mil pessoas morrem na cidade de São Paulo (SP) devido à má qualidade do ar. Entre 5% e 10% das mortes consideradas por “causas naturais” na Grande São Paulo são resultados de danos causados pela poluição atmosférica à saúde da população. Até 2040, cerca de 25 mil mortes estarão relacionadas à poluição do ar da região metropolitana de São Paulo.Os dados foram apresentados pelo professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Laborató...

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Carta Maior promove debate sobre a mídia no Brasil
Por Redação da Agência Carta Maior

Carta Maior convidou alguns dos mais expressivos nomes do jornalismo e da academia brasileira e um destacado professor da Universidade de Buenos Aires para um debate sobre a atuação da mídia no Brasil. Encontro reunirá os professores Laurindo Leal Filho, Venício Lima, o jornalista Luis Nassif e o professor Damian Loreti, da Universidade de Buenos Aires, além de convidados especiais Antonio Roberto Espinosa e Ivan Seixas. Debate ocorrerá nesta sexta-feira (24), às 19 horas, no Hotel Macksoud Plaza, em São Paulo. A TV Carta Maior transmitirá ao vivo.Carta Maior cumpre mais um...

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Envolverde oferece curso sobre as Novas Pautas da Sustentabilidade

Pedimos para as pessoas que já tentaram se inscrever que atentem para o endereço de e-mail correto:
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Em tempos de Mudanças Climáticas e Crise Econômica, qual o papel das empresas de assessoria de imprensa, dos veículos de comunicação e dos jornalistas? Entender os conceitos dos temas da sustentabilidade, as novas pautas, a quebra dos paradigmas da visão tradicional de se fazer jornalismo - entre elas crescimento x sustentabilidade - e abordar os novos desafios da cobertura ambiental é...

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Empresa brasileira produzirá plástico biodegradável em larga escala
Por Lourenço Canuto, da Agência Brasil

Brasília - Uma empresa brasileira vai produzir anualmente 200 mil toneladas de matéria-prima para a produção de plásticos a partir da cana-de-açúcar, um material totalmente biodegradável que pode se decompor na natureza um ano depois de descartado. O plástico tradicional, que tem o petróleo como matéria-prima, leva mais de 200 anos para degradar-se completamente.Outras empresas também já usam tecnologias para produção de plástico biodegradável no país, mas agora essa experiência é de larga escala. A inicia...

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Banco Mundial aumentará investimentos sociais
Por Marina Litvinsky, da IPS

Washington, 23/04/3009 – O Banco Mundial planeja triplicar este ano e no próximo os fundos destinados a redes de segurança social em países pobres. A soma de US$ 12 bilhões estará destinada aos mais vulneráveis à depressão econômica mundial. A iniciativa reflete a preocupação porque a atual crise está afundando na pobreza mais gente do mundo em desenvolvimento, revertendo êxitos obtidos na renda de mais de 1,4 bilhão de pessoas que vivem com o equivalente a US$ 1,25 por dia. O anúncio foi feito terça-feira às véspe...

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FAO: melhores colheitas não baixaram preço dos alimentos
Por Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, informou que o preço dos alimentos continua alto nos países em desenvolvimento apesar de melhores colheitas no ano passado. No relatório "Projeções de Colheitas e Situação Alimentar", publicado nesta quinta-feira, a agência alerta para a queda acentuada no que está sendo cobrado por alimentos em outras partes do mundo.Produção GlobalPara a FAO, os altos preços criam mais dificuldades para milhões de pobres que já sofrem com fome e malnutr...

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Califórnia discute limite para carbono nos combustíveis
Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil

Regulamentação em debate no Conselho de Recursos Atmosféricos do estado pretende criar um padrão de eficiência para combustíveis que ajudaria na redução de emissões e estabeleceria um grande mercado potencial para o etanol brasileiroO Conselho de Recursos Atmosféricos da Califórnia (CARB - California Air Resources Board) irá debater nesta quinta-feira (23/04) uma proposta para criar o primeiro padrão de eficiência nos combustíveis dos Estados Unidos.Com o padrão de baixo carbono para combustíveis (LCFS, na sigla em inglês...

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Direitos humanos - EUA: Senado expõe aval oficial a torturas
Por William Fisher, da IPS
Nova York, 23/04/2009 – Os interrogadores do Pentágono aplicaram contínuas torturas a prisioneiros e...

  Mudança Climática: Indígenas em alerta vermelho
Por Stephen Leahy*, da IPS
Anchorage, Estados Unidos, 23/04/2009 – A ação quente e carbônica da humanidade não s&o...

Bacia do Okavango precisa de reparos
Por Correspondentes da IPS
Gaborone, 23/04/2009 – Grande parte das inundações que assolaram o noroeste de Botswana no come&cced...

  Educação, Ambiente e Verdade
Por Luciana Dorta*
Segundo o minidicionário da Língua Portuguesa da Melhoramentos, Educação significa: 1. Desen...

Paraná: Escolas do estado terão projeto de educação ambiental
As escolas da rede estadual do Paraná conhecerão hoje o primeiro programa de educação ambien...

  No lugar de madeira resíduos de açaí, esta é a nova matéria-prima para os fornos do Amazonas
Por Milton Cezar, da Agência Sebrae
O Sebrae/AM junto com a Prefeitura de Codajás recolherá resíduos de açaí que ser&atil...

OI futuro seleciona projetos de tecnologia social do país
Por Redação da Pauta Social
Edital para o projeto Novos Brasis será lançado na segunda-feira, 27.O Oi Futuro, instituto de responsabil...

  Estudo afirma que aquecimento global já prejudica recursos hídricos
Por Redação do Carbono Brasil
Cientistas do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas (NCAR) nos Estados Unidos descobriram que regiões ...

Bangkok, um mau exemplo
Por Leticia Freire, do Mercado Ético
Nem tudo que vem do oriente é diferenciado do ocidente. O progresso irregular e desorganizado tem gerado desequil...

  Combater o vírus pode ser mais fácil que combater o mosquito que transmite a dengue
Por Redação da agência Fapesp
Cientistas identificam 116 fatores genéticos necessários para a multiplicação do víru...



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22 de abril - Dia Mundial da Terra

Brasil, 22 de Abril de 2009

22 de abril - Dia Mundial da Terra
Por Redação da Envolverde

Hoje é o Dia Mundial Mundial da Terra, data para pedir uma melhor interação entre dos seres humanos com o planeta. Para comemorar este dia, a Envolverde publica aqui a Carta da Terra, uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Estruturada em quatro grandes tópicos (Respeito e cuidado pela comunidade da vida; Integridade Ecológica; Justiça Social e Econômica; Democracia, não-violência e paz), a Carta busca inspirar as pessoas e diferentes setores da s...

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Expedição da Casa da Virada descobre Mata Atlântica na Amazônia
Por Suelen Carvalho, especial para a Envolverde

Resultados preliminares das expedições científicas do Museu Paraense Emílio Goeldi, do Pará, como parte do Projeto Casa da Virada, do Instituto Peabiru, financiado pela Petrobrás Ambiental, apontam para a descoberta de uma floresta remanescente que apresenta características de Mata Atlântica em plena região Amazônica. Trata-se das matas da Ilha de Ipomonga e ilhas do entorno, no município de Curuçá, no Nordeste do Pará. A ilha de 12 quilômetros quadrados fica localizada a apenas 5 quilômetros do Oceano Atlântico, no litoral da reg...

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Relatório mostra ineficácia de políticas públicas para crianças e adolescentes
Por Redação da Rede Gife

Avaliação divulgada pela Associação Nacional dos Centros de Defesa (Anced) mostra que a violência institucional, aquela cometida pelo próprio Estado, é um dos grandes desafios na área dos Diretos da Criança e Adolescente no Brasil. A conclusão faz parte do segundo relatório sobre a situação dos direitos da criança e do adolescente no país.Segundo o coordenador da Anced, Djalma Costa, o Estado não tem cumprido os compromissos e as diretrizes estabelecidos pela Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC) da Organi...

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Economia solidária pode ser saída para a crise
Por Luciana Lima, da Agência Brasil

Se a crise econômica bate mais forte para os mais pobres, é também nas comunidades carentes que surgem iniciativas que provocam maior dinamismo para as atividades comerciais locais. Clube de trocas, cooperativas de trabalhadores e de consumidores e bancos comunitários são fenômenos da chamada economia solidária que vêm experimentando no Brasil um verdadeiro boom e têm dado condições de sobrevivência a comunidades das periferias das grandes cidades, do campo e de cidades menores.O economista Paul Singer está à frente da Secretaria de Economia Solid&aac...

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Greenpeace diz que carbono de florestas não ajuda clima
Por Redação do Greenpace

É difícil ver ONGs ambientalistas e governos em acordo. Ainda mais quando o assunto é o comércio de emissões de carbono de florestas, a organização é o Greenpeace e o governo é o do Brasil. Mas, no caso do REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal), mecanismo em negociação no âmbito das Nações Unidas para mitigar o efeito estufa e compensar as nações pobres, é precisamente isso o que vem acontecendo. Um novo estudo do Greenpeace dá apoio à posiç&at...

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América do Sul é preferida para créditos florestais
Por Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil

Pesquisa realizada com investidores do mercado de carbono revelou que os projetos em países sul-americanos são os mais desejados, sendo considerados altamente atrativos por 88% dos entrevistados. O estudo "The Forest Carbon Offsetting Survey 2009" (
http://www.ecosecurities.com/Standalone/Forest_Carbon_Offsetting_Trends_Survey_2009/default.aspx#19721), que ouviu 120 corporações e 21 empresas de mercado de carbono do muito inteiro, teve como objetivo saber o que pensam os investidores sobre a compensação de dióxido de carbono (CO2) através de projetos florestais.Realizada pelas empresas Ec...

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Racismo: A ONU supera trago amargo
Por Gustavo Capdevila, da IPS

Genebra, 22/04/2009 – A Organização das Nações Unidas recuperou o alento ontem com a aprovação do documento final de sua conferência sobre racismo, e dessa maneira deixou de lado os dissabores da acidentada jornada de abertura do encontro. O texto adotado fortalece os mecanismos para enfrentar o racismo, a discriminação, a xenofobia e as formas de intolerância relacionadas, mas omite referencias aos aspectos controvertidos que teriam debilitado a declaração e o plano de ação da conferência anterior, realizada em Durban, na África...

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Unesco lança biblioteca na internet em 7 línguas
Por Michelle Alves de Lima, da Rádio ONU em Nova York
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesc...

  Desenvolvimento: Por um novo FMI
Por Haider Rizvi, da IPS
Nova York, 22/04/2009 – Às vésperas das reuniões das maiores instituições finan...

O partido do desmatamento
Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa
Os três jornais brasileiros considerados de maior influência abordam nesta quarta-feira o tema da preserva&c...

  Energia: África pagará demanda artificial de biocombustíveis
Por Hilaire Avril, da IPS
Paris, 22/04/2009 – A União Européia impôs o uso de combustíveis de origem vegetal, ape...

Nasa lança site em comemoração aos 40 anos da conquista da Lua
Por Fábio de Castro, da Agência Fapesp
No dia 20 de julho próximo será comemorado o 40º aniversário da conquista da Lua. Foi nesse di...

  Países reavaliam políticas de combate à discriminação
Por Luana Lourenço, da Agência Brasil
Oito anos depois da Conferência de Durban, na África do Sul, que definiu uma agenda global anti-discrimina&...

Ambientalistas temem que desmatamento fique de lado nas negociações de Copenhague
Por Fernanda B. Müller, da Carbono Brasil
Com a Conferência das Partes (COP15), em Copenhague, cada vez mais perto, vários grupos ambientalistas est&...

  Governo federal inicia em junho mutirões para regularização fundiária na Amazônia
O governo federal quer promover a regularização fundiária na Amazônia e, para tanto, vai inic...

Global Forum Nordeste gera 21 iniciativas de ação concreta
Vinte e uma iniciativas de ação concreta, que aliam educação, negócios e sustentabili...

  Em Portugal, maior usina solar do mundo vai produzir 93GWh
Por Luís Miguel Lourenço, Agência Lusa
Amareleja, Moura - Da alvorada ao poente, 2.520 placas solares, com 104 painéis fotovoltaicos cada um, se aliment...



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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Dom Luiz Flávio Cappio diz que morre pelo rio!


Luiz Ribeiro - Estado de Minas

O projeto de transposição das águas do Rio São Francisco está cheio de irregularidades e não deverá ir para a frente. A afirmação é do bispo de Barra (BA), que se intitula “dom frei” Luiz Flávio Cappio, conhecido mundialmente pela luta em defesa da preservação do Velho Chico, depois de fazer duas greves de fome – em 2005 (por 11 dias) e em 2007 (23 dias). Sua intenção com o protesto extremo era interromper as obras do megalomaníaco projeto do governo Lula, que prevê investimentos de R$ 4,5 bilhões. Não conseguiu seu intento, mas diz que não se considera frustrado, já que seu esforço resultou em repercussão internacional e na conscientização para a preservação do meio ambiente. “Tenho tanto amor à vida que estava disposto a dar a minha pela vida.” Em entrevista exclusiva ao Estado de Minas, dom Cappio reafirma que o governo faz “propaganda enganosa” ao divulgar que o projeto visa a levar água aos necessitados do Nordeste.
Por que o senhor decidiu levantar a bandeira da luta em defesa do Rio São Francisco?
Pelo fato de ter tomado consciência de que o Rio São Francisco é o pai e a mãe de milhões de pessoas no semiárido brasileiro. São milhões de seres humanos que dependem da água do rio para a sobrevivência. Então, querer vida e abundância para o povo é querer vida para o Rio São Francisco. Se o rio estiver bem e com saúde, o povo estará da mesma forma. Se o rio estiver doente, o povo também vai adoecer. Se o rio vier a morrer, o povo morrerá junto. Então, nossa luta pelo rio é a luta pela vida do povo.
Em 1992, o senhor fez uma viagem da nascente à foz do rio. Quais os objetivos da peregrinação?
Foi uma peregrinação ecológica e religiosa, iniciada em 4 de outubro de 1992, na Serra da Canastra, onde ele nasce, e concluída em 4 de outubro de 1993, no Nordeste, onde o rio se joga no mar. Os objetivos da peregrinação foram três. Primeiro, fazer o povo tomar consciência de que o rio é um grande dom de Deus. Em segundo, observar e fazer um levantamento de todas as causas que estavam – e ainda estão – levando o rio à morte. E, em terceiro lugar, chamar o povo para a defesa do São Francisco.
Mas o que se constatou na ocasião?
Constatamos a degradação veloz do rio, que está condenado à morte. Que se não houver um processo de impedir o impacto de devastação, em breve teremos um rio morto.
E na sequência, o que aconteceu?
Naquela época não se falava ainda em transposição. Logo que saiu a notícia do projeto da transposição, procuramos conhecê-lo a fundo. Quando vimos que o objetivo da transposição não era levar água para o povo, mas para grandes empreendimentos agroindustriais, fizemos de tudo para impedir que o projeto prosseguisse. Toda a sociedade civil também estava contrária ao projeto. Quando percebemos que o projeto seria executado, assumimos aquela atitude bastante agressiva, o jejum da oração, que foi importante para chamar a atenção do governo, da sociedade brasileira e do mundo contra esse projeto megalomaníaco.
O que o levou a um movimento extremo como a greve de fome?
Quando a razão se extingue, a loucura é o caminho. Usamos todos os meios, todos os argumentos contra o projeto. E, quando digo nós, quero dizer a sociedade civil, as universidades, ONGs, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhos, todos aqueles que se preocupam com o São Francisco. Quando todos os argumentos não tiveram valor, o jejum da oração foi um grito desesperado em defesa da vida, para que, em primeiro lugar, o governo, e depois o povo brasileiro e o mundo tomassem consciência do absurdo que é o projeto de transposição.
No momento em que fazia a greve de fome, o que o senhor sentia realmente?
Era um sofrimento imenso, mas eu fazia com muita fé, muita dedicação, muita esperança de que aquela atitude servisse para que o povo tomasse consciência sobre o valor da vida. Tenho muito amor à vida. Não queria morrer. Queria viver. Tenho tanto amor à vida que estava disposto a dar a minha pela vida.
O senhor acha que valeu a pena o sacrifício?
Acho que valeu a pena, porque isso fez com que o Brasil inteiro tomasse consciência da situação, não somente em relação ao Rio São Francisco, mas ao meio ambiente como um todo. Hoje, temos o mundo inteiro olhando para o testemunho dado no Brasil na luta do povo em defesa do meio ambiente. Nós, não somente eu, mas o povo do Rio São Francisco, nos tornamos um paradigma para a luta em prol do meio ambiente. Por exemplo, a luta recebeu prêmios internacionais de entidades da Bélgica e da Alemanha. Infelizmente, o governo brasileiro se mantém cego, surdo e mudo diante do grito do povo.
Apesar da repercussão da greve de fome e dessa luta, o senhor não conseguiu interromper a obra da transposição. Ficou frustrado?
Lógico que a gente gostaria que a obra já tivesse sido interrompida. Mas não acredito que ela vá adiante. É como sempre digo: um computador cheio de vírus, mais cedo ou mais tarde, vai parar. E essa obra está cheia de vírus, está cheia de irregularidades de todas as ordens: ética, política, econômica, social e ecológica. Então, ela está toda irregular. Não acredito que vá para a frente, tanto é que as empresas contratadas estão desistindo dos trabalhos. Quem está lá? É o Exército Brasileiro, a mando do governo, fazendo o trabalho de infraestrutura.
O senhor fala em irregularidades nas obras de transposição. Mas quais são elas?
Em primeiro lugar, é uma obra anticonstitucional. Prioriza segurança hídrica para os projetos agroindustriais e econômicos. Desvirtua a função da água, que é matar a sede humana e animal. Isso torna o projeto antiético e anticonstitucionall. A Constituição Brasileira não permite que a água seja colocada em primeiro lugar para o uso econômico, em detrimento do atendimento aos seres humanos.
Mas o governo sustenta que o objetivo da transposição é levar água a quem tem sede. Isso não é uma pregação bíblica?
Em um grande debate no Senado, em 14 de fevereiro de 2008, pela primeira vez, o deputado Ciro Gomes e o ministro (da Integração Nacional) Geddel (Vieira Lima) disseram que o objetivo do projeto da transposição não é a dessedentação humana e animal, mas segurança hídrica para os projetos agroindustriais. Infelizmente, o governo continua com sua propaganda enganosa.
O governo divulga, que ao mesmo tempo em que executa as obras de transposição, faz a revitalização do rio. Como o senhor vê isso?
O governo não tem interesse nenhum na revitalização. O projeto de revitalização veio para camuflar e tornar palatável a transposição. Hoje, tudo que se faz no São Francisco é (pago) com o dinheiro do projeto da revitalização.
Que futuro o senhor vê para a Bacia do São Francisco?
Se conseguirmos deter a devastação, o São Francisco continuará vivo e gerando vida para as futuras gerações. Mas, se não mudarmos esse quadro, inclusive da transposição e de todos os projetos de monocultura ao longo do vale, vejo um quadro muito sombrio. No dia em que o São Francisco vier a morrer, o semiárido brasileiro morre junto.