Meio Ambiente; Recursos Naturais; Recursos Hidricos; Rio São Francisco; Bacia Hidrografica do Rio São Francisco; Comites de Bacias Hidrograficas; ...
segunda-feira, 25 de abril de 2022
PREFEITURA DE BREJINHO PLANTA 50 MUDAS DE ÁRVORES NATIVAS NA NASCENTE DO RIO PAJEÚ
sábado, 23 de abril de 2022
NASCENTE DO RIO SÃO FRANCISCO - PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA
A cachoeira Casca D'anta é a primeira grande queda do Rio São Francisco, que nasce no Parque Nacional da Serra da Canastra.
sexta-feira, 22 de abril de 2022
Municípios do Submédio São Francisco avançam na elaboração dos PMSB



quarta-feira, 20 de abril de 2022
Pesquisadores da Universidade da Califórnia trocam experiências com Ceará sobre eficiência do uso da água na Agricultura.
Chuva eleva nível do Rio São Francisco e barragem de Sobradinho tem aumento na vazão.
Nas últimas semanas, a vazão de defluência – que é a quantidade de água liberada – estava sendo diminuída, por causa da escassez de chuva. Agora, ela será aumentada gradativamente de 1.500 m³ por segundo para 2.300 m³ por segundo.
A medida foi adotada pela Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) e pode afetar a população ribeirinha que vive na região, por isso, é importante que os moradores estejam atentos à possibilidade de precisar deixar imóveis, para evitar alagamentos e prejuízos.
No início deste mês, a Usina Hidrelétrica de Sobradinho atingiu 100% de sua capacidade, que é de 34,1 bilhões de m³ de água. A última vez que essa marca foi alcançada foi há 13 anos, em 2009.
Movimento Ambientalista da Região das Hortênsias comemora 20 anos.
No próximo dia 19 de abril, a ONG MARH comemora 20 anos de atuação pela proteção do meio ambiente.
A Região das Hortênsias é conhecida como um lugar de natureza exuberante, com muitas belezas naturais e qualidade de vida. Foi pensando nisso que no dia 19 de abril de 2002, nasceu o Movimento Ambientalista da Região das Hortênsias, o MARH, formado por um grupo de pessoas da comunidade preocupado em apontar e propor soluções para os problemas que ameaçam o nosso bem mais precioso: o meio ambiente.
Nestes 20 anos, a ONG ambientalista tem marcado sua presença e liderança por meio de várias ações, dentre elas destacamos:
Educação ambiental e consumo consciente – realizou atividades em escolas e nove edições do Brique da Troca e da Barganha e três edições da Feira da Sustentabilidade.
Combate à poluição ambiental – executou junto a Prefeitura Municipal de Gramado e a iniciativa privada o projeto de reciclagem de lâmpadas, pilhas e baterias, dando destinação correta a estes resíduos.
Melhora da preservação da paisagem urbana e rural – incentivou e colaborou na implantação da Lei das Placas, em Gramado.
Alerta para a falta de saneamento e a consequente poluição das águas – fez campanhas de coleta e análise de água em vários arroios de Gramado e apoiou ações em Canela.
Além disso, o MARH defende a causa ambiental participando de conselhos municipais e regionais, como o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Canela e de Gramado e o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Caí.
Todas estas ações têm como objetivo: a preservação ambiental, o cuidado com a fauna e a flora, a manutenção da qualidade da água e um planejamento urbano sustentável de forma a garantir qualidade de vida para quem mora e visita a Região das Hortênsias (Gramado, Canela, Nova Petrópolis e São Francisco de Paula).
O aniversário da ONG MARH é um marco no amadurecimento e na evolução do movimento ambientalista.
terça-feira, 19 de abril de 2022
LULA DEBATE COM AMBIENTALISTAS O CONTROLE DO DESMATAMENTO E PROTEÇÃO AMBIENTAL COM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO.
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| Foto: Ricardo Stuckert |
O ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva se reuniu hoje (18) com ambientalistas e pesquisadores para
debater a situação atual das políticas públicas e propostas para a proteção do
Meio Ambiente e do desenvolvimento sustentável no Brasil. Para reforçar o
combate ao desmatamento, foram discutidas ações como o fortalecimento do Ibama,
do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Plano
de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal
(PPCDAm).
“É a primeira decisão a ser
tomada. Reduzimos o desmatamento de forma substancial em um esforço gigantesco
que está sendo perdido, com 300% a mais de área desmatada no atual governo”,
ressaltou o ex-ministro Aloizio Mercadante, presidente da Fundação Perseu
Abramo (FPA), onde ocorreu o encontro, de forma presencial e on-line.
Mercadante disse ainda que outra
iniciativa que pode ser tomada é a criação do Instituto Tecnológico da Amazônia,
para estimular pesquisa, gerar valor agregado, verticalizar a estrutura
produtiva da região. “Tivemos um exemplo interessante do açaí, que gera cerca
de R$ 1 bilhão na produção. No entanto, nos EUA, o açaí é processado e vira
cerca de 50 produtos diferentes, que geram 15 bilhões de dólares. Precisamos
gerar valor agregado e para isso precisamos de um novo tipo de indústria, que
valorize a produção regional”, acrescentou o ex-ministro.
Para Mercadante, os governos do
PT provaram que é possível controlar os desmatamentos nos diversos biomas
brasileiros, especialmente no mais vigiado deles, a Amazônia, e aliar isso com
desenvolvimento. O que é necessário, segundo ele, é ampliar o alcance desse
trabalho.
“Precisamos de uma convergência
para o Brasil impedir o desmatamento da Amazônia. O sul da Amazônia em especial
vive um processo de desestabilização, com árvores morrendo mais cedo e regimes
de chuva descontrolados. Estamos muito perto do ponto de não-retorno. Hoje
recebemos muitas sugestões de combate ao desmatamento, retomar o fortalecimento
o Ibama, do ICMBio, dos sistemas de monitoramento”, destacou.
Segundo Mercadante, outras
propostas que podem ajudar a retomar a agenda da preservação ambiental aliada
ao desenvolvimento do país também passa pela criação de uma universidade dos
povos indígenas, que inclua os saberes originários à produção científica
brasileira, a sugestão de uma empresa nos mesmos moldes da Embrapa voltada à
biodiversidade e a inclusão de um S a mais no BNDES, para que o banco fomente ações
de sustentabilidade.
Debate com a sociedade
O ex-presidente Lula pediu
esforços aos participantes para debater com a sociedade brasileira a ideia de
que a proteção ambiental não é inimiga do desenvolvimento econômico e do
progresso. “É preciso que a gente convença a sociedade que isso é uma
possibilidade. Quando a gente fala em benefício para a humanidade é lindo, mas
a pessoa que está lá precisa ser incluída, saber que vai ter emprego, escola,
saúde. Vamos melhorar as coisas, vamos gerar empregos, oportunidades”, disse o
ex-presidente.
O encontro contou com a
participação de Carlos Nobre, ex-presidente da Capes e do painel
intergovernamental do IPCC (o comitê da ONU para combate às mudanças
climáticas), do senador Jaques Wagner, presidente da Comissão de Meio Ambiente
do Senado, do economista Ricardo Abramovay, professor da FEA-USP, do
ambientalista André Guimarães, da ex-ministra do Meio Ambiente, Izabella
Teixeira, dos ativistas Carlinhos dos Anjos e Claudinha Pinho, ambos dirigentes
do Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais, da economista Esther
Bemerguy, ex-secretária de Planejamento e Investimentos Estratégicos do
Ministério do Planejamento no governo Dilma, de Sueli Araújo, ex-presidenta do
Ibama.
Também participaram, em nome de
seus partidos, o senador Randolfe Rodrigues, da Rede Sustentabilidade, o
ex-deputado federal Eron Bezerra, do PC do B, o deputado federal Zé Carlos, do
PV, o vice-presidente da Fundação João Mangabeita, Alexandre Navarro, do PSB,
além do ex-governador do Piauí, Wellington Dias (PT)
Serviço Geológico do Brasil identifica áreas de risco nos Cânions do Xingó entre AL, SE e BA
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| Cânions do Rio São Francisco / Foto: Ascom CPRM |
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| Cânions do Rio São Francisco / Foto: Ascom CPRM |
Rio agitado faz águas passarem por comportas da Barragem de Sobradinho
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| Foto: Blog do Carlos Britto |
Com 100% do seu volume útil há alguns dias, a Barragem de Sobradinho (BA) gerou momentos de susto para quem visitava o local no último final de semana.
Um vídeo registrado por um leitor mostra a força das águas do Rio São Francisco, que chegam a transpor em pequena quantidade pelas comportas da barragem (confiram o vídeo abaixo). A Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) chegou, inclusive, a alertar as pessoas, por meio de carro de som, sobre o perigo do rio agitado.
Submédio São Francisco receberá a primeira expedição científica em agosto de 2022
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Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú foi homologada pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos em 13 de setembro de 2000, através da Resolução nº03/2000.
O Comitê do Rio Pajeú é composto por 25 membros titulares e seus respectivos suplentes, distribuídos por segmento:
a) Poderes públicos - 10 vagas titulares (40%);
b) Instituições da sociedade civil - 05 vagas titulares (20%) e;
c) Usuários de água - 10 vagas titulares (40%).
A estrutura do Comitê compreende:
1 - Plenário;
2 - Diretoria Colegiada;
3 - Câmaras Técnicas;
4 - Grupos de Trabalho.
O processo eleitoral tem a função de revigorar a representação social no âmbito do Comitê. Na eleição, instituições que atuam na bacia hidrográfica são escolhidas entre seus pares para compor o Plenário do Comitê de modo a garantir a melhor representatividade nos três segmentos.
O Comitê também elege, por maioria absoluta, uma direção colegiada, constituída por um(a) presidente, um(a) vice-presidente e um(a) secretário(a) executivo(a).
O mandato tem duração de três anos e os representantes das instituições não são remunerados pelo Comitê.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú realiza, anualmente, 02 reuniões ordinárias e se reúne extraordinariamente sempre que necessário. As reuniões plenárias são convocadas com 10 dias de antecedência e são abertas ao público com direito a voz.
São atribuições do Plenário do Comitê:
I - discutir e votar todas as matérias submetidas ao Comitê;
II - apresentar propostas e sugerir matérias para a apreciação do Comitê;
III - pedir vista de documentos;
IV - solicitar ao Presidente a convocação de sessões extraordinárias, justificando seu pedido formalmente, desde que a solicitação esteja assinada por um quinto dos representantes do comitê;
V - propor a inclusão de matéria na ordem do dia, até mesmo para sessões subsequentes, bem como prioridade de assuntos das matérias constantes;
VI - requerer votação nominal, que será encaminhada de acordo com a decisão do Plenário;
VII - fazer constar em ata seu ponto de vista discordante, ou do órgão que representa;
VIII - propor convite, quando necessário, de pessoas ou representantes de instituições, públicas ou privadas, para participarem de sessões específicas para trazer subsídios às deliberações do Comitê, com direito a voz, obedecidas às condições previstas neste Estatuto;
IX - propor a criação de câmaras técnicas e grupos de trabalho e
X - votar e ser votado para os cargos previstos no Estatuto.



















