Meio Ambiente; Recursos Naturais; Recursos Hidricos; Rio São Francisco; Bacia Hidrografica do Rio São Francisco; Comites de Bacias Hidrograficas; ...
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Nosso Rio Pajeú
Fazer conhecida a atual situação de degradação do rio Pajeú, as causas que o degradaram, os principais usos econômicos e os efeitos mitigadores que possam recuperá-lo e preservá-lo como também mostrar a sua potencialidade hídrica podendo é de fundamental importancia para sua revitalização, perenização e até mesmo geração de emprego e renda desde que usado de forma racional.
Devido à situação atual de degradação em que se encontra o rio Pajéu elaborei um levantamento preliminar, um diagnóstico analítico pois constatei não haver nenhum dado concreto sobre o mesmo. Verifiquei também que o rio Pajéu é cantado apenas em prosas e versos, a demanda por informações, voltadas a um público misto, preocupado com a temática é inesistente.
Foto do Rio Pajeú em Serra Talhada Fonte: Site www.raimundopajeu.com.br
Neste “projeto” observei vários arranjos e metas que colocadas em práticas iria de fato ter um diagnóstico que apresente as causas que o degradam e os efeitos mitigadores para a sua revitalização.
Um problema a ser enfrentado.
As questões relativas ao Pajeú vêm sendo consideradas cada vez mais urgente e importante para as comunidades inseridas em sua bacia hidrográfica, pois o futuro destas comunidades depende da relação estabelecida entre a natureza e o uso dos recursos naturais disponíveis na bacia.
Empreendimento Irregular no Rio Pajeú – Serra Talhada
Esta matéria servirá para alertar a sociedade e autoridades que o rio Pajeú está muito ferido, gravemente ferido e pedindo socorro.
O Rio Pajeú é o maior afluente do São Francisco no Estado de Pernambuco, na divisão do submédio São Francisco. Orientado no sentido LE para WO, o rio estende-se do Paralelo Norte-Sul onde nasce no município de Brejinho-PE até a sua confluência com o Rio São Francisco.
A Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú está localizada na região meso do Pajeú (semi-árida) no Estado de Pernambuco e pertence inteiramente ao território pernambucano.
Os municípios inseridos na bacia do Rio Pajeú tem uma importância econômica (16% do PIB do Estado) e social por sua localização estratégica.
Ver mapa:
No total são 28 municípios inseridos dentro de sua bacia, sendo 22 deles possuírem suas sedes dentro do seu território.
A população total dentro da bacia e de aproximadamente 450.000 mil habitantes, incluindo zona urbana e rural.
NASCENTE: Serra do Balanço – município de Brejinho - Divisa dos estados de PE/PB.
FOZ: Lago formado pela Barragem de Itaparica no Rio São Francisco.
AREA DE DRENAGEM: 16.838,74 km² que corresponde a 17,02% de área do estado.
COMPRIMENTO: 347 km
LARGURA MEDIA: 63, 4m
TRIBUTARIOS: 19
PRINCIPAIS AFLUENTES/TRIBUTÁRIOS
| Margem Direita: - Riacho Cachoeirinha; - Riacho Tigre; - Riacho Conceição; - Riacho Pajeú-Mirim; - Riacho São João; - Riacho Boa Vista (município de Brejinho); - Riacho Abóbora (município de Serra Talhada); - Riacho Cachoeira (município de Serra Talhada); - Riacho Lagoinha (município de Serra Talhada); - Riacho São Cristóvão (município de São Jose do Belmonte, 3º maior tributário); - Riacho Pedra Branca (município de Mirandiba); - Riacho Queimada Redonda (município de Mirandiba); - Riacho Capim Grosso (município de Carnaubeira da Penha). | Margem Esquerda: - Riacho Cedro; - Riacho Quixaba; - Riacho Taperim; - Riacho São Domingos (município de Serra Talhada, 2º maior afluente); - Riacho Poço do Negro (município de Floresta); - Riacho do Navio (município de Betânia, maior afluente com uma extensão de 132,24 km). Divisão fisiográfica: Alto, Médio e Baixo |
Alto Pajeú:1. Brejinho; 2. Itapetim; 3. São José do Egito; 4. Tuparetama; 5. Santa Terezinha; 6. Iguaraci; 7. Ingazeira; 8. Tabira; 9. Solidão. | Médio Pajeú:1. Afogados da Ingazeira; 2. Quixaba; 3. Carnaíba; 4. Flores; 5. Calumbi; 6. Triunfo; 7. Santa Cruz da Baixa Verde. | Baixo Pajeú:
1. Serra Talhada; 2. São José do Belmonte; 3. Mirandiba; 4. Carnaubeira da Penha; 5. Floresta. |
Leito do Rio Pajéú em Serra Talhada
Historiografia: O Rio Pajeú tem sido assunto abordado por vários setores dos governos municipais, estadual e até federal, como exemplificamos a seguir:
a) Os governos municipais, apesar de serem um dos maiores degradadores do Rio Pajeú, em alguns casos têm sido preocupação por parte daqueles que de uma forma ou de outra vêem no mesmo uma saída para o desenvolvimento local e regional. Prefeituras como de Carnaiba que realizou um trabalho de tratamento de esgoto antes de despejar todos os efluentes, principalmente os esgotos sanitários a céu aberto no seu leito e Afogados da Ingazeira que pretende ter sua cidade 100% saneada com recursos da revitalização da Bacia Hidrografica do rio São Francisco;
b) As entidades como a Diaconia, CENTRASS, Casa da Mulher, Grupo Mulher Maravilha, entre outras têm levado conhecimento a população e as autoridades locais da importância do Rio Pajeú para os seus municípios e para o desenvolvimento local sustentável;
c) O governo do estado de Pernambuco também tem lançado propostas e até projetos para sensibilizar autoridades e a sociedade civil organizada para a questão do Rio Pajeú como é o caso do comitê de sua bacia hidrográfica recentemente reativado e o fortalecimento dos conselhos de usuários das barragens de Brotas em Afogados da Ingazeira, Jazigo e Cachoeira II em Serra Talhada e Rosário em Iguaraci;
Degradação do Leito do Rio Pajeú – Serra Talhada
A caracterização do problema dar-se pela atual situação das nascentes do Rio Pajeú, bem como das suas matas ciliares as quais encontram-se agonizando pela devastação humana bem como da situação climática da região. A seca a qual castigou a região semi-árida, em especial o nordeste brasileiro nas últimas décadas, incluindo o descaso das autoridades em não coibir o abuso da exploração das matas ciliares que margeiam o rio, e das suas nascentes contribui-se bastante para que a situação se agravasse mais ainda. O trecho compreendido desde a sua nascente (na Serra do Balanço, divisa com o estado da Paraíba) até a sua foz no lago formado pela barragem de Itaparica no Rio São Francisco, vem sofrendo severas degradações ambientais, não só com a derrubada das matas ciliares, mas também com os esgotos sanitários despejados no rio pelas nove (09) cidades ribeirinhas banhadas pelo mesmo é alarmante, além de resíduos sólidos, inclui-se também os dejetos dos matadouros públicos e de algumas pequenas indústrias, obstrução do seu leito por cercas de arame farpado construídas por proprietários bem como o crescimento assustador de plantas exóticas como é o caso da algaroba que além de obstruir o seu leito provoca assoreamento quando caem, provocando várias crateras nas suas margens jogando o solo rio adentro.
Lançamento de Esgotos Urbanos – Afogados da Ingazeira
Uma emergente necessidade para reverter a degradação de áreas já com um elevado grau ou em processo de ameaças de degradação faz com que alvitremos em buscar soluções, mesmo que venham a ter um processo demorado, mas que em pouco tempo possamos apresentar propostas concretas para revitalização e preservação do Rio Pajeú e seus corpos d´água. Eis ai alguns pontos a considerar: 1 – O elevado grau de desmatamento das matas ciliares, que representa um dano muito significativo para o assoreamento do leito do rio; 2 – O surgimento monstruoso de plantas invasoras como a ALGAROBA no seu leito e nas margens, que nascem sem controle, causando danos as suas encostas; 3 – A construção de cercas de arame no meio do rio, e que vem causando problemas, obstruindo o seu leito onde surgem os chamados igapés o que obstruem a passagem das águas formando represas e o que poderia ser benéfico para que a água seguisse seu curso normal tem sido danoso, em especial para os poucos peixes ainda existentes; - 4 – A retirada desordenada de areia do leito do rio e das suas margens para ser utilizada na construção civil; 5 – A falta de conscientização de preservação das nascentes por proprietários e autoridades constituídas do Poder Público; 6 – O não tratamento dos efluentes oriundos de esgotos sanitários e resíduos sólidos despejados no seu leito pelas cidades ribeirinhas, causando a maior degradação ambiental entre todas elas, inclusive ao ser humano, mas principalmente ao meio ambiente.
Margem do Rio Pajeú – Serra Talhada
Cercas no Leito do Rio Pajeú – Floresta
Para efeito de implementação algumas ações que deveria ser implementada para mitigação. A primeira ação estará relacionada com a divulgação de órgãos ou entidades governamentais e não-governamentais, nacionais ou internacionais utilizando-se para isto a estrutura de comunicação existente nos municípios inseridos, como rádios e jornais, dando ênfase aos objetivos propostos por elas de forma que toda a população possa ter as informações desses projetos.
Assoreamento do Rio Pajeú – Serra Talhada
A segunda seria Levantar dados sobre a atual situação da calha do Rio Pajeú, desde a sua NASCENTE até a sua FOZ. Quais as principais causas de degradação das matas ciliares?, quais os tipos de projetos implantados?; usos econômicos predominantes; problemas de recursos hídricos que se apresentam; principais potenciais (naturais, projetos desenvolvidos, nível de organização); principais desafios; como está sendo feito o tratamento de esgotos sanitários e resíduos sólidos; quais os conflitos existentes na calha; suas relações atuais pós barragens e seus corpos d água; o assoreamento e a erosão; matas ciliares e outras causas.
Lançamento de entulhos - Rio Pajeú – Serra Talhada
Após este levantamento e dos objetivos propostos em parcerias com diversos órgãos e instituições públicas e privadas, seja elas de âmbito nacional ou internacional, implantar programas de sustentabilidade, revitalizar e preservar o Rio Pajeú e seus afluentes, bem como aproveitamento de águas acumuladas em barragens e açudes existentes para pequenas irrigações, em especial a agricultura familiar a qual esta em decadência e piscicultura em tanques-rede como sendo uma das principais fontes de economia no Brasil. E também prioridade do Projeto a implantação de tecnologias alternativas de manuseio sustentável, com praticas de substituição do uso de agrotóxicos, pela produção orgânica.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Selo Nacional ECOSOL
A Comissão de Produção, Comercializaçã o e Consumo - FPES realizou a última atividade que havia se proposto para o ano de 2009, com a apresentação e lançamento do processo de organização do Sistema Participativo de Garantia de SP (SPG/SP) para acesso ao Selo Nacional ECOSOL (selo organizacional) a ser pré - lançado pelo FBES, no dia 15 de dezembro em Goiania. (veja matéria abaixo).
Encaminho em anexo as apresentações realizadas, por Fabiola Zerbini (FACES do Brasil) sobre o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário e Leonardo Pinho (pela Comissão PCCs - FPES) sobre o SPG/SP realizadas no Seminário de Economia Solidária, durante a programação da I Feira Regional de ECOSOL no Centro Público de ECOSOL/ Osasco - 10 de dezembro.
Veja todas as informações sobre o Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário acessando a página do Faces do Brasil: http://www.facesdob rasil.org. br/sistema- nacional- de-comercio- justo-e-solidari o.html
Matéria sobre o Selo Nacional de ECOSOL e Campanha Responsável:
Pré-lançamento de Campanha do Consumo Responsável e Selo da Economia Solidária no dia 15/12
10 de dezembro de 2009
Secretaria Executiva do FBES ( forum@fbes.org. brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo )
Neste dia 15 de dezembro, dia da Economia Solidária, o FBES realizará, durante o encerramento da sua IX Reunião da Coordenação Nacional e logo após a abertura da Feira de Goiás de Economia Solidária, uma cerimônia de pré-lançamento da Campanha Nacional pelo Consumo Responsável e do Selo da Economia Solidária.
O evento acontecerá na Praça do Trabalhador, em Goiânia/GO, às 20h, aberto ao público, com a presença das/os 100 representantes da Coordenação do FBES vindas/os dos 27 Fóruns Estaduais de Economia Solidária e das 7 Entidades Nacionais (Cáritas, Unisol, Unicafes, Unitrabalho, Anteag, IMS e Rede de ITCPs). O motivo de se tratar de um pré-lançamento é desencadear um amplo processo de construção e consulta coletivas durante o ano de 2010, a partir da Caravana de Mobilização da Economia Solidária, a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 ("Economia e Vida") e a mobilização rumo à II Conferência Nacional de Economia Solidária.
Campanha do Consumo Responsável
A proposta de realização de uma campanha de consumo é antiga no FBES, e foi reforçada durante na VIII Reunião da Coordenação Nacional em dezembro de 2008. Em linhas gerais, o objetivo da campanha é tanto denunciar as transnacionais e o consumo alienado de seus produtos quanto visibilizar as alternativas que existem de produtos e serviços oriundos de outra lógica de organização econômica, pautadas na solidariedade, cooperação, respeito ao meio-ambiente e na autogestão.A forma de construção desta campanha envolverá, desde a sua concepção até as estratégias de divulgação e mobilização, diversos outros movimentos sociais, organizações e redes da sociedade civil, num esforço de buscar articular agendas e construir convergências entre diferentes lutas de transformação social, como a agroecologia, a emancipação das mulheres, as reformas agrária e urbana, o meio-ambiente, os direitos humanos individuais e coletivos, a denúncia aos transgênicos e agrotóxicos, a denúncia do atual modelo de desenvolvimento baseado nas grandes transnacionais, entre outros.
Selo da Economia Solidária
Desde 2006 o FBES está envolvido na construção, junto ao FACES do Brasil, Ecojus, SENAES, MDA e outros atores, na construção do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário (SNCJS). Durante este tempo, foi consolidada uma proposta quanto aos critérios e gestão deste sistema público que encontra-se em tramitação na Presidência da República e que será um grande avanço no reconhecimento não só dos empreendimentos de Economia Solidária mas também de modos de se fazer a comercializaçã o que contenham em si os princípios e valores da Economia Solidária e do Comércio Justo e Solidário.Neste sentido, o FBES tomou a iniciativa, em sua VIII Reunião Nacional em 2008, de propor o lançamento de um selo organizacional da Economia Solidária, com o objetivo de reforçar a identidade não só de princípios e valores mas também política da Economia Solidária como perspectiva de desenvolvimento sustentável, solidário e a partir da realidade do território e cultura locais.
Ou seja, trata-se de um selo que indicará que um determinado empreendimento é de fato um empreendimento de Economia Solidária, que faz parte do movimento e que segue os princípios fundamentais definidos no SNCJS e na IV Plenária Nacional de Economia Solidária, como a democracia na atividade econômica (Autogestão), o protagonismo das mulheres, o respeito ao meio-ambiente, a participação em redes e cadeias solidárias e nos debates políticos do movimento nos Fóruns de Economia Solidária e em outros espaços e articulações da sociedade civil.
Com o pré-lançamento, será iniciado um amplo debate nos Fóruns Locais de Economia Solidária e também com as organizações parceiras que participam da construção do SNCJS ou que têm acúmulo nos Sistemas Participativos de Garantia. Os Fóruns Estaduais de São Paulo e de Minas Gerais já estão fazendo o debate e devem se tornar referências para o debate nos outros estados e na construção nacional.
LEO PINHO
Faça sua inscrição para o I Fórum Social de Economia Solidária - FSM 10 Anos
O I Fórum Social de ECOSOL é parte constitutiva das atividades do Fórum Social Mundial 10 Anos que ocorrerá na Grande Porto Alegre em Janeiro de 2010.
O projeto neoliberal, denunciado durante a última década pelos diversos movimentos e organizações que construíram os FSM's, foi desmacarado. Um conjunto de crises (econômica, financeira, alimentar, ambiental e social) assolou o mundo, revelando as desigualdades e a insustentabilidade de um mundo construído sobre o individualismo, a exploração do trabalho e o lucro.
Nesse momento, a realização do I Fórum Social de Economia Solidária busca afirmar uma alternativa, baseada em um conjunto de experiências autogestionárias protagonizadas pelos trabalhadores e trabalhadoras em nível mundial. É o momento de passar da resistência ao neoliberalismo para a ofensividade e avançarmos na construção de um novo modelo de desenvolvimento sustentável e solidário, fundado sobre a solidariedade e a autoorganização popular.
Durante, o I Fórum o movimento de Economia Solidária irá realizar um conjunto de atividades com diversos movimentos sociais e participara ativamente da Assembléia dos Movimentos Sociais, em Porto Alegre (dia 29 de janeiro - a tarde).
Faça a sua inscrição!! Participe do I Fórum Social e da I Feira Mundial da ECOSOL!!
Inscrição de empreendimentos na Feira Mundial de Economia Solidária - Santa Maria
Inscrição para 1ª Mostra Internacional da Biodiversidade
Incrição de Organizações no Fórum Social de Economia Solidária
Inscrição de Atividades Culturais – Santa Maria
Inscrição de Atividade Autogestionária - Santa Maria
Inscrição Participante Individual no Fórum Social de Economia Solidária.
Página do I Fórum Social e da I Feira Mundial de ECOSOL
LEO PINHO
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
ANA: País precisa de R$ 18,2 bi para não faltar água
Para garantir o abastecimento de água em municípios e regiões metropolitanas mapeados pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 64% do território nacional são necessários investimentos de R$ 18,2 bilhões, até 2015, em obras de ampliação e adequação dos sistemas produtores e no aproveitamento de novos mananciais. A informação consta do mapa dos mananciais e sistemas de produção de água em regiões estratégicas do País divulgado hoje pela ANA, em Brasília. O diretor-presidente do órgão, José Machado, fez a ressalva de que, além desse montante, serão necessários altos investimentos em saneamento básico.
As áreas do País compreendidas pelo mapa da ANA incluem todas as regiões metropolitanas, toda a Região Nordeste e os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, englobando 2.965 municípios. José Machado informou que, a partir de agora, o atlas dos mananciais e sistemas de produção de água do Brasil será atualizado constantemente, para oferecer aos poderes públicos as informações para que possam desenvolver projetos de soluções.
O levantamento nas regiões metropolitanas cobriu 430 municípios com mais de 250 mil habitantes cada um, totalizando 94 milhões de moradores. Segundo Machado, a ANA constatou que 66% dessas cidades precisam de ampliação e adequação dos sistemas produtores de água e de iniciativas para aproveitamento de novos mananciais, o que significa investimentos de 12 bilhões.
Machado acrescentou que, para que essa água tenha condições de ser usada, são necessários investimentos de mais R$ 15,7 bilhões em saneamento. Segundo o diretor-presidente da ANA, a situação das regiões metropolitanas é a mais preocupante, porque devem receber um acréscimo de 25 milhões de habitantes até 2025. Machado mencionou os casos dos sistemas da Cantareira, em São Paulo, e do Guandu, no Rio de Janeiro, que hoje abastecem 19 milhões de pessoas, mas estão "praticamente esgotados".
Rio São Francisco
De acordo com o levantamento da agência, o Estado que mais requer investimentos em abastecimento é o de Pernambuco, onde há escassez hídrica, e o segundo é o da Bahia, por causa do grande número de municípios, a maioria deles situada na região do rio São Francisco, maior manancial do Nordeste.
Machado observou que o São Francisco é responsável pelo abastecimento de 111 cidades do sertão em Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. O diretor afirmou que, quando for concluída a obra de transposição do rio, passarão a ser abastecidos 198 municípios da Região Nordeste, incluindo áreas dos Estados do Ceará, da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Machado informou ainda que, no Nordeste, há 179 municípios que precisam de novos mananciais, porque os atuais já estão esgotados.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Conama aprova resolução que trata da contaminação de solos
Raylton Alves
O Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) aprovou, em 26 de novembro, durante a 96ª Reunião Ordinária, resolução a qual estabelece as diretrizes para o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas e contém os procedimentos que devem ser adotados para a descontaminação de tais locais. Aproximadamente 1,5 mil áreas mapeadas pelo Ministério da Saúde com solos contaminados são abrangidas pela medida. Além disso, a norma define como medir os níveis de contaminação, responsabilizando os responsáveis pela poluição. Neste debate a ANA participou na câmara técnica, no grupo de trabalho sobre o tema e no plenário do Conselho.
Os solos contaminados são divididos pela resolução em cinco categorias, que exigem providências que vão desde a identificação das fontes poluidoras. Tanto metais pesados como substâncias consideradas cancerígenas em altas dosagens – presentes em pesticidas, por exemplo – também são considerados pela resolução. Com a norma, as áreas impactadas por substâncias cancerígenas serão consideradas dentro dos níveis de tolerância aceitável quando registrarem um caso de câncer em cada 100 mil habitantes.
A resolução tem abrangência nacional e padroniza os procedimentos que deverão ser adotados pelos órgãos ambientais competentes, nas esferas municipal e estadual, para a determinação da qualidade do solo, níveis de contaminação e medidas adequadas de gestão das áreas contaminadas. Assim, a medida pode contribuir simultaneamente para a defesa do meio ambiente e da saúde pública.
Com a resolução sobre solos contaminados, o Conama conclui um ciclo estruturante, já que o Conselho possui resoluções sobre a qualidade do ar e da água desde a década de 80. Agora, no entanto, há parâmetros e valores indicadores da qualidade do solo.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Impacto dos raios sobre a poluição e o efeito estufa está subestimado, diz NASA
Redação do Site Inovação Tecnológica - 26/11/2009
A mais recente campanha de pesquisas feita por cientistas da NASA revela alguns detalhes interessantes sobre os raios. Mas também revela alguns dados de fato surpreendentes, mesmo para os cientistas.
A cada ano, mais de 1,2 bilhão de raios atingem a superfície da Terra. Ruanda tem a maior ocorrência de raios por quilômetro quadrado, enquanto os pólos têm a menor ocorrência.
Experimentos de campo e de laboratório revelaram que o núcleo de alguns raios atingem 30.000 Kelvin, uma temperatura quente o suficiente para fundir instantaneamente a areia e quebrar as moléculas de oxigênio e nitrogênio em átomos individuais.
Embora interessantes, estas são apenas algumas - mas não as mais importantes - dentre as mais recentes descobertas dos cientistas sobre os raios.
Poluição causada pelos raios
O mais impressionante vem agora: cada um dos bilhões de raios produz compostos poluidores tão danosos ao homem e às plantas quanto as mais poluentes das atividades humanas.
As descargas elétricas dos raios - atinjam elas o solo ou não - produzem óxidos de nitrogênio - os conhecidos NOx - que reagem com a luz do Sol e com outros gases na atmosfera para produzir ozônio.
Próximo à superfície terrestre, o ozônio pode ameaçar a saúde de plantas e dos animais - aí incluído o homem. Nas altitudes mais elevadas da atmosfera, ele é um potente gás causador do efeito estufa. Por outro lado, quando ainda mais alto, na estratosfera, ele bloqueia a radiação ultravioleta, que causa câncer no ser humano.
E, longe de apregoarem qualquer coisa do tipo "conclusão definitiva sobre os raios," os cientistas da NASA afirmam que sua pesquisa é apenas parcial, e que os impactos dos resultados sobre os modelos climáticos deverão ser muito maiores do que os agora anunciados.
Quantitativo incerto
Os cientistas já sabiam há quase 200 anos que as descargas elétricas dos raios produzem misturas gasosas de nitrogênio e oxigênio que incluem o óxido nítrico (NO) e o dióxido de nitrogênio (NO2). Mas, como acontece com tudo o que se relaciona ao clima e às complexas inter-relações entre seus diversos fatores, ainda há muito por compreender.
Segundo os melhores cálculos disponíveis até o início do presente estudo, os relâmpagos responderiam por algo em torno de 10% da produção de todos os óxidos nitrosos lançados anualmente na atmosfera. Mas esta era apenas uma estimativa, e as diversas pesquisas sobre o tema nunca se aproximaram de fornecer uma conclusão definitiva.
"Ainda há muita incerteza sobre a quantidade de NOx que os raios produzem," explica o Dr. Kenneth Pickering, da NASA. "De fato, mesmo as mais recentes estimativas publicadas sobre a produção de NOx pelos raios variam por um fator de 4. Nós estamos tentando reduzir essa incerteza a fim de melhorar a precisão dos modelos climáticos globais e os modelos regionais da qualidade do ar.
Pior do que bilhões de carros
Usando dados coletados por aviões de pesquisa da NASA e satélites artificiais, o Dr. Pickering e seu colega Lesley Ott descobriram que os raios têm um impacto sobre a poluição e sobre o clima muito mais forte do que se supunha.
Esse impacto é mais forte sobre o clima das latitudes médias e das regiões subtropicais e menos significativo sobre a qualidade do ar superficial.
Segundo os pesquisadores, cada raio transforma 7 quilogramas de nitrogênio nos reativos gases NOx. "Em outras palavras, você pode dirigir um carro de um lado a outro dos Estados Unidos mais de 50 vezes (cerca de 150.000 km) e ainda assim produzirá menos da metade de NOx gerado por um único raio," afirma Ott.
Quando os pesquisadores multiplicaram o número de raios que atingem o solo no mundo todo por 7 quilogramas, eles descobriram que o total de NOx produzido anualmente por raios atinge 8,6 milhões de toneladas, o que é imensamente superior às estimativas anteriores.
Antigos pressupostos
Ainda mais importante do que a quantidade, contudo, é onde esse NOx é produzido. Uma década atrás, os pesquisadores acreditavam que os raios que atingem o solo produziam mais NOx do que os raios intranuvens, que ocorrem muito mais alto na atmosfera e cujas descargas elétricas nunca atingem o solo.
Os novos dados estimam que os dois tipos de raios produzem aproximadamente a mesma quantidade de NOx em média. Mas como a maioria dos raios é intranuvem, uma quantidade de NOx muito maior é produzido e permanece na alta atmosfera.
"Nós realmente começamos a questionar alguns dos antigos pressupostos conforme fomos capazes de medir os raios com maior precisão, em experimentos reais no campo," acrescenta Ott.
Aceleração do aquecimento global
Segundo os pesquisadores, é grande a possibilidade de que os raios produzam um ciclo de retroalimentação que acelere o aquecimento global. "Se o aquecimento global cria mais tempestades," afirmam eles, "isso pode levar a uma maior produção de NOx, que leva a uma produção de mais ozônio e mais aquecimento."
Os pesquisadores ressaltam que essa retroalimentação ainda é uma teoria e que, embora alguns modelos do aquecimento global deem sustentação à ideia, o fenômeno ainda deverá ser comprovado por observações de campo.
Causas naturais
Mesmo nas conclusões principais do estudo, baseadas em dados com uma qualidade muito superior às utilizadas anteriormente, ainda há muito a ser levado em conta: o valor de 7 quilogramas de NOx por raio não leva em consideração os raios das tempestade tropicais, onde ocorre a maior parte das descargas elétricas na Terra. Somente muito recentemente esses dados começaram a ser coletados e ainda não houve tempo para inclui-los nas pesquisas.
Desta forma, embora mostre uma importância dos raios na produção de gases causadores do efeito estufa muitas vezes superior aos considerados até agora, as conclusões são sabidamente subestimadas.
No caso específico dos NOx, além da emissão de origem humana, causada principalmente pela queima de combustíveis fósseis, existem várias fontes naturais de emissão, como os raios, micróbios no solo e queimadas e incêndios florestais.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Documentário sobre a nascente do rio Amazonas vai ao ar hoje à noite na TV Brasil
Raylton Alves
Nesta terça-feira, 24 de novembro, às 20h, o programa Expedições, da TV Brasil, veiculará o programa intitulado “Origens do rio Amazonas II”. O documentário resgata as expedições históricas à verdadeira nascente do rio, no sul do Peru. Além disso, divulga trechos – em primeira mão – do documentário longa-metragem do expedicionário Pedro Werneck, que percorreu todo o curso do rio Amazonas. O programa será reapresentado em 28 de novembro, sábado, às 14h, e no dia seguinte às 16h30.
Em 2007 pesquisadores da Agência Nacional de Águas (ANA), representada por Fabrício Alves (SGH); do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e do Instituto Geográfico Nacional do Peru (IGN) realizaram a primeira expedição científica brasileira-peruana à região da nascente do rio Amazonas. A iniciativa foi organizada pela RW Cine, produtora dos documentaristas Paula Saldanha e Roberto Werneck.
Para ver as fotos da expedição clique aqui
Como sintonizar a TV Brasil
Distrito Federal
Canal 2 / VHF Analógico
Canal 15 / UHF Digital
Canal 16 / NET Cabo
Canal 116 / Sky-DirecTV
ANA abre seminário sobre gestão de recursos hídricos e de resíduos
Raylton Alves
O diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, fará a abertura do IX Seminário Nacional de Gestão de Resíduos e Recursos Hídricos no Brasil: Responsabilidade Social Ambiental Público Privado. O evento ocorrerá no auditório do Interlegis*, em Brasília, das 9h às 14h, e visa a buscar caminhos socioeconômicos e ambientais para o gerenciamento da água e o manejo de resíduos. Para participar do Seminário, que é gratuito e oferece cerca de 100 vagas, é necessário realizar uma inscrição prévia por meio do sítio www.integrabrasil.com.br. Para mais informações, ligue para (61) 3274-3191 ou envie e-mail para seminarios@integrabrasil.com.br.
O Seminário conecta a gestão de recursos hídricos com a de resíduos sólidos, já que ambos são indicadores de desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, os debates sobre o tema têm o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável no Brasil e promover o país ao patamar das dez nações com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo.
O evento será transmitido via videoconferência para assembleias legislativas e por meio do sítio do Interlegis: www.interlegis.gov.br. Organizado pelo governo federal e pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, são esperados no Seminário representantes do Poder Público, setor privado, redes virtuais, mídias impressas, instituições nacionais e internacionais, terceiro setor, universidades, centros de pesquisa, entre outros.
Programação
8h30 - Recepção dos Convidados com café de boas vindas e Mostra de Vídeos do Programa EcoSenado da TV Senado
9h – Abertura com audição do Hino Nacional
Agência Nacional de Águas - José Machado – Ilmo. Senhor Diretor Presidente
9h às 12h - Temas de diretrizes aos trabalhos do dia:
- Políticas Públicas: Cenário; Projeções; Analise de Risco e Estratégia
- Projeto de Lei nº 1991/07, que institui a Política Nacional de Resíduos
- Boas Práticas de Viabilidade Econômica e Auto-Suficiência
- Os Desafios do Futuro - Responsabilidade Social e Ambiental
Congresso Nacional – Cícero Lucena - Exmo. Senhor Senador da República PSDB/PB
Congresso Nacional – Serys Slhessarenko - Exmo. Senhor Senador da República PT/MT
Congresso Nacional - Arnaldo Jardim - Exmo. Senhor Deputado Federal PPS/SP
Ministério de Meio Ambiente - Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano – Vicente Andreu Guillo - Ilmo. Senhor Secretário
Ministério das Cidades
Universidade da Água - Gilmar Altamirano - Ilmo. Senhor Diretor Presidente
Associação Mãos que Criam – Sonia Maria Mendes – Ilma. Senhora Presidente
Mediador: André Fenner – Ilmo. Senhor Consultor Técnico da Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde
12h às 13h30 - Será servido Brunch
13h30 - Aos que desejarem terá visita guiada ao Congresso Nacional
* Via N 2 - Anexo “E” - Senado Federal - Brasília
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
FÓRUM PERMANENTE EM DEFESA DA VIDA NA BACIA DO TAPACURÁ
| COMITÊ ESTADUAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAPIBARIBE FÓRUM PERMANENTE EM DEFESA DA VIDA NA BACIA DO TAPACURÁ |
CONVITE
O Fórum Permanente em Defesa da Vida na Bacia do Tapacurá e o Comitê Estadual da Bacia Hidrográfica (COBH) do Rio Capibaribe convidam V.Sa. para participar do SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE A BACIA DO TAPACURÁ, que acontecerá no dia 24 de novembro de 2009, das 9 às 13 horas, na FACOL – Faculdade Osman Lins, Rua do Estudante, 85, Bairro Universitário, (Fone: 3523 0012), Vitória de Santo Antão.
O evento conta com o apoio da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos, do Consórcio Projetec/BRL Engéniere e do Programa Nacional de Desenvolvimento dos Recursos Hídricos – PROÁGUA. Tem como objetivo identificar problemas e potenciais hídricos e ambientais da Bacia do Tapacurá, para subsidiar a elaboração do Plano Hidroambiental do Capibaribe. Este Plano deverá formular respostas às situações levantadas, incluindo concepção e orçamento das soluções propostas, até abril de 2010.
Neste sentido, esperamos contar com a confirmação da sua presença.
Cordialmente,
Marcelo Mesel Ricardo Braga
Presidente da Coordenação do Presidente do Fórum Tapacurá COBH Capibaribe
Secretaria do Fórum Permanente em Defesa da Vida na Bacia do Rio TApacurá
SNE – Sociedade Nordestina de Ecologia
Av. Visconde de Suassuna, 923/503 Boa Vista -Recife – PE CEP 50050-540 - Fone 32120590 - 94800936
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
EUA e outros líderes mundiais adiam chance de acordo sobre clima
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e outros líderes mundiais decidiram adiar a difícil tarefa de alcançar um acordo sobre as mudanças climáticas na conferência marcada para o próximo mês em Copenhague (Dinamarca). De lá, sairia um acordo de "comprometimento político", que jogaria as questões mais complicadas para o futuro.
Ontem, Washington e Pequim, apoiados por algumas dos principais países emergentes do mundo, comunicaram, em Cingapura, o governo da Dinamarca de que não será possível conseguir um acordo vinculante que permita a redução das emissões de dióxido de carbono.
Leia mais
- The New York TImes - Obama concorda em adiar pacto sobre mudança climática
- Spiegel - Pesquisa revela que degelo do Ártico está mais rápido do que se imaginava
- Financial Times - Exploração de energia solar cresce no Oriente Médio
Em vez disso, se tentará um acerto de duas etapas, que, na realidade, consiste em fazer em Copenhague uma mera declaração de intenções, adiando os compromissos obrigatórios para um momento mais à frente, talvez em outra conferência, como a do México, no ano que vem.
"Houve uma coincidência entre os líderes de que não é realista esperar que um grande acordo internacional completamente vinculante possa ser negociado até Copenhague", observou o vice-conselheiro de segurança nacional para assuntos econômicos internacionais da Casa Branca, Michael Froman.
A declaração foi dada ao fim de uma reunião ocorrida ao lado da assembleia do Fórum da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec, da sigla em inglês).
Segundo o jornal El Mundo, Obama não quer assinar nenhum acordo que depois não seja referendado pelo Congresso. A China, por sua vez, não está disposta a fazer movimentos relevantes no campo do clima que não sejam acompanhados por Washington. O mesmo pode se dizer da Indonésia, terceiro maior poluidor. Japão, cujo novo governo anunciou recentemente a disposição de reduzir as emissões de gases, também não quer atuar sem ações recíprocas da China e EUA.
Conforme a publicação, dessa forma, com toda probabilidade, outros grandes países em desenvolvimento, como Índia e Brasil, devem se negar a apoiar acordos que não estejam respaldados por aqueles quatro países.
"Considerando o fator tempo e a situação de cada país, devemos, nas próximas semanas, focar no que é possível e não nos distraírmos com o que não é possível", declarou o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Rasmussen.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
ANA prorroga o funcionamento da Unidade Administrativa Regional de Maceió até julho de 2010
Por meio da Resolução nº 832, publicada no Diário Oficial da União de 11 de novembro, o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, prorroga até 31 de julho de 2010 o prazo de funcionamento da Unidade Administrativa Regional (UAR) de Maceió (AL). Criada em março de 2008, a UAR da capital alagoana visa a oferecer assistência técnica, administrativa e operacional ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). A bacia abrange sete unidades da Federação: Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Distrito Federal.
Além da UAR Maceió, a ANA possui mais duas Unidades Administrativas Regionais: a de Itumbiara (GO), que apoia o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba; e a de Governador Valadares (MG), que oferece assistência ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Minc participa de debate sobre aquecimento global promovido pelo TCU
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, realiza palestra sobre “O MMA e as ações de enfrentamento das
Mudanças Climáticas” durante a abertura do I Encontro Mudanças Climáticas – Um desafio para as Políticas Públicas, promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), nos dias 10 e 11 de novembro, em Brasília.
Sintonizado com a necessidade de adoção de medidas que tratem adequadamente da escassez de água e da falta de alimentos – dois dos impactos potenciais do aquecimento global –, o TCU promove dois dias de encontro dedicados a aprofundar a reflexão sobre os desafios impostos ao Estado brasileiro para incluir o tema mudanças climáticas no planejamento das ações governamentais.
O evento, coordenado pelo ministro Aroldo Cedraz, será aberto pelo presidente do TCU, ministro Ubiratan Aguiar, e contará ainda com a presença do ministro da Ciência e da Tecnologia, Sérgio Rezende, e da senadora Ideli Salvatti. A senadora Marina Silva também é uma das convidadas para falar dos desafios do Brasil para lidar com as mudanças do clima.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
III FÓRUM MUNICIPAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
“Desenvolvimento local, territorial e sustentável”
Local: Câmara Municipal de Hortolândia
Dia: 13/11/2009 Horário: Das 8h às 13h.
Endereço: Sebastião Custódio, 20 – Remanso Campineiro
Programação
8:00 às 9:00 - Credenciamento e Coffee-break
9:00 às 09:15 - Composição da mesa
09:15 às 09:30 - Abertura
Isabel Cristina Alves - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
09:30 às 10:10 - Mesa I
Diálogo sobre Economia Solidária e Ações desenvolvidas pela Secretaria Nacional de Economia Solidária
Prof. Paul Singer - Secretário Nacional de Economia Solidária e convidados
10:10 às 10:30: Mesa I - Espaço para debate com o público
10:30 às 11:00 - Mesa II
Cenário histórico de Economia Solidária no Município de Hortolândia
Dimas Correia de Pádua – Secretário de Indústria, Comércio e Serviços
11:00 às 11:30 - Mesa III
Desenvolvimento local, integrado e sustentável – DLIS: Ações de Economia Solidária em Hortolândia
Fernando Gomes de Moraes – Secretário de Inclusão e Desenvolvimento Social
11:30 às 12:00 - Mesa IV
Bancos Comunitários: Uma estratégia de finanças solidárias para a promoção de desenvolvimento sócio-territorial
Diogo Jamra Tsukumo – Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo (NESOL/USP)
12:00 às 12:30 - Mesa V
Apresentação do Núcleo Estadual de Assistência Técnica de Economia Solidária (NEATES)
Leonardo Pinho - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
Aguinaldo Lima - UNISSOL Brasil e NEATES
12:30 - Encerramento
Proposta de assessoria técnica para a cidade de Hortolândia para o desenvolvimento dos empreendimentos de Economia Solidária e implantação das políticas públicas
Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social
III FÓRUM MUNICIPAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
“Desenvolvimento local, territorial e sustentável”
Local: Câmara Municipal de Hortolândia
Dia: 13/11/2009 Horário: Das 8h às 13h.
Endereço: Sebastião Custódio, 20 – Remanso Campineiro
Programação
8:00 às 9:00 - Credenciamento e Coffee-break
9:00 às 09:15 - Composição da mesa
09:15 às 09:30 - Abertura
Isabel Cristina Alves - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
09:30 às 10:10 - Mesa I
Diálogo sobre Economia Solidária e Ações desenvolvidas pela Secretaria Nacional de Economia Solidária
Prof. Paul Singer - Secretário Nacional de Economia Solidária e convidados
10:10 às 10:30 - Mesa I - Espaço para debate com o público
10:30 às 11:00 - Mesa II
Cenário histórico de Economia Solidária no Município de Hortolândia
Dimas Correia de Pádua – Secretário de Indústria, Comércio e Serviços
11:00 às 11:30 - Mesa III
Desenvolvimento local, integrado e sustentável – DLIS: Ações de Economia Solidária em Hortolândia
Fernando Gomes de Moraes – Secretário de Inclusão e Desenvolvimento Social
11:30 às 12:00 - Mesa IV
Bancos Comunitários: Uma estratégia de finanças solidárias para a promoção de desenvolvimento sócio-territorial
Diogo Jamra Tsukumo – Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo (NESOL/USP)
12:00 às 12:30 - Mesa V
Apresentação do Núcleo Estadual de Assistência Técnica de Economia Solidária (NEATES)
Leonardo Pinho - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
Aguinaldo Lima - UNISSOL Brasil e NEATES
12:30 - Encerramento
Proposta de assessoria técnica para a cidade de Hortolândia para o desenvolvimento dos empreendimentos de Economia Solidária e implantação das políticas públicas
Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CAPIBARIBE
(COBH–Capibaribe)
Informe nº.33 – 05 de outubro de 2009
Oficina para os COBHs no Congresso de Ecologia
Por iniciativa do COBH Capibaribe será realizada no dia 16 (sexta feira) uma Oficina sobre Experiências Nacionais para os Comitês de Bacia de Pernambuco. O evento é promovido pelo COBH em conjunto com a Sociedade Nordestina de Ecologia, dentro do seu XII Congresso Nordestino de Ecologia, que ocorrerá de 13 a 16 de outubro no Hotel Portal de Gravatá. A oficina conta com o apoio da Secretaria de Recursos Hídricos, através do FEHIDRO.
Na oficina estarão reunidos representantes dos seis Comitês de Bacias Hidrográficas de Pernambuco, com o objetivo de conhecer e discutir práticas de gestão hídrica relacionadas aos comitês de bacia no Brasil, agregando experiência para a gestão colegiada no Estado.
Pela manhã, haverá uma mesa com Maria Luiza Ribeiro (SOS Mata Atlântica e coordenadora da Rede das Águas), Marisa Figueiroa (gerente de gestão participativa da SRH) e Mário Dantas (coordenador do Fórum dos Comitês de Bacias de Minas Gerais), sob a coordenação de Ricardo Braga (presidente do COBH Capibaribe, professor da UFPE e Conselheiro da SNE). À tarde, haverá uma palestra de Mário Dantas, sobre a Situação dos Comitês de Bacias Hidrográficas no Brasil.
Página do COBH no site da SRH
O nosso COBH está com informações atualizadas no site da SRH, em uma página exclusiva. Nela você encontrará notícias, atas, resoluções, estatuto e os informes já publicados. Acesse e consulte:
http://www.sirh.srh.pe.gov.br/site/comite_capibaribe.php
CT toma posse e inicia seus trabalhos
A Câmara Técnica de Acompanhamento de Planos, Programas e Projetos toma posse nesta segunda feira, dia 05 de outubro, na SRH. Ela foi constituída pelo presidente do COBH Capibaribe, por meio da Resolução 02/2009, para acompanhar e avaliar a elaboração do Plano Hidroambiental da Bacia do Capibaribe. Os membros são: Clênio Torres Filho, Diogo Falcão, Luciana Maria Silva, Marcelo Mesel e Ricardo Braga. Outros membros poderão ser incluídos, durante a próxima Assembléia do COBH, prevista para o dia 26 de novembro.
Ricardo Braga (UFPE) – Presidente
Diogo Falcão (Paudalho) - Vice-presidente
Fernando Pinheiro (Simpepe) - Secretário Executivo
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
CRONOGRAMA DO PROCESSO ELEITORAL DOS MEMBROS E DIRETORIA DO COBH-PAJEÚ
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Documentos para Downloads
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Comitê da Bacia do Pajeú terá eleições para novos membros
Estão abertas as inscrições para eleição dos novos membros titulares e suplentes do Comitê de Bacia Hidrográfica do rio Pajeú. Podem se candidatar para ser integrantes do comitê pessoas do setor público, usuários e sociedade civil que tenham atuação relacionada aos recursos hídricos e meio ambiente na região. As inscrições serão encerradas no próximo dia 02. A eleição dos novos membros será coordenada pela Secretaria de Recursos Hídricos (SRH/PE) e Cobh/Pajeú no dia 14.10 às 09 horas, na Câmara de Vereadores de Serra Talhada.
Para se inscrever, o candidato deverá ir ao local de entrega dos documentos (ver lista abaixo) e preencher o cadastro. No caso de usuários e sociedade civil, além do preenchimento do cadastro próprio, deverão ser anexados cópia do estatuto registrada, cópia da ata da eleição da diretoria atual, CNPJ ativo e documento comprovando a atuação na região do Pajeú. Os membros eleitos terão mandato de dois anos correspondendo ao período de 2009/2011.
O comitê é um órgão colegiado que atua na gestão participativa da água na bacia hidrográfica que representa, com a função de preservar os recursos hídricos e solucionar assuntos relacionados a mesma. O Cobh tem a participação de representantes do poder público, usuários de água e da sociedade civil. A Bacia Hidrográfica do Pajeú engloba 27 municípios, como Floresta, Afogados da Ingazeira, Itacuruba, São José do Egito, Serra Talhada, Triunfo, Belém do São Francisco, Salgueiro, entre outros.
Segundo o técnico da Gerência de Apoio à Gestão Participativa da SRH/PE, Hélio de Souza Jr., o comitê do rio Pajeú, criado no ano de 1998, mas que estava desativado há alguns anos, voltará a funcionar através do convênio do Ministério do Meio Ambiente e SRH/PE. O convênio prevê a reativação de seis conselhos gestores de açudes (sendo cinco deles na região do Pajeú e um no Moxotó) eo fortalecimento das unidades já existentes. “A expectativa é que com a reativação haja uma maior mobilização para formar colegiados estruturados ”, declara.
LOCAIS DE ENTREGA DE INSCRIÇÃO:
Serra Talhada – Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
Rua Padre Ferraz, nº 384, Centro – Serra Talhada.
Fone. (87) 3831.1442
Afogados da Ingazeira – Câmara Consultiva Regional do Sub-médio São Francisco Comitê da Bacia Hidrográfica do Sub-médio São Francisco - Praça Padre Carlos Cottart, 36A, Centro, Afogados da Ingazeira - PE
Fone: (87) 3838.2450
Recife – Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco.
Av. Cruz Cabugá, nº 1.111 – Santo Amaro – Recife/PE – CEP: 50.040-000
Fone: (81) 3184.2609 – Fax: (81) 3184.2509
Fonte : ACS Secretaria de Recursos Hídricos
terça-feira, 21 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
ANA - Boletim Água - N. 28 - Julho de 2009
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