Meio Ambiente; Recursos Naturais; Recursos Hidricos; Rio São Francisco; Bacia Hidrografica do Rio São Francisco; Comites de Bacias Hidrograficas; ...
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Impacto dos raios sobre a poluição e o efeito estufa está subestimado, diz NASA
Redação do Site Inovação Tecnológica - 26/11/2009
A mais recente campanha de pesquisas feita por cientistas da NASA revela alguns detalhes interessantes sobre os raios. Mas também revela alguns dados de fato surpreendentes, mesmo para os cientistas.
A cada ano, mais de 1,2 bilhão de raios atingem a superfície da Terra. Ruanda tem a maior ocorrência de raios por quilômetro quadrado, enquanto os pólos têm a menor ocorrência.
Experimentos de campo e de laboratório revelaram que o núcleo de alguns raios atingem 30.000 Kelvin, uma temperatura quente o suficiente para fundir instantaneamente a areia e quebrar as moléculas de oxigênio e nitrogênio em átomos individuais.
Embora interessantes, estas são apenas algumas - mas não as mais importantes - dentre as mais recentes descobertas dos cientistas sobre os raios.
Poluição causada pelos raios
O mais impressionante vem agora: cada um dos bilhões de raios produz compostos poluidores tão danosos ao homem e às plantas quanto as mais poluentes das atividades humanas.
As descargas elétricas dos raios - atinjam elas o solo ou não - produzem óxidos de nitrogênio - os conhecidos NOx - que reagem com a luz do Sol e com outros gases na atmosfera para produzir ozônio.
Próximo à superfície terrestre, o ozônio pode ameaçar a saúde de plantas e dos animais - aí incluído o homem. Nas altitudes mais elevadas da atmosfera, ele é um potente gás causador do efeito estufa. Por outro lado, quando ainda mais alto, na estratosfera, ele bloqueia a radiação ultravioleta, que causa câncer no ser humano.
E, longe de apregoarem qualquer coisa do tipo "conclusão definitiva sobre os raios," os cientistas da NASA afirmam que sua pesquisa é apenas parcial, e que os impactos dos resultados sobre os modelos climáticos deverão ser muito maiores do que os agora anunciados.
Quantitativo incerto
Os cientistas já sabiam há quase 200 anos que as descargas elétricas dos raios produzem misturas gasosas de nitrogênio e oxigênio que incluem o óxido nítrico (NO) e o dióxido de nitrogênio (NO2). Mas, como acontece com tudo o que se relaciona ao clima e às complexas inter-relações entre seus diversos fatores, ainda há muito por compreender.
Segundo os melhores cálculos disponíveis até o início do presente estudo, os relâmpagos responderiam por algo em torno de 10% da produção de todos os óxidos nitrosos lançados anualmente na atmosfera. Mas esta era apenas uma estimativa, e as diversas pesquisas sobre o tema nunca se aproximaram de fornecer uma conclusão definitiva.
"Ainda há muita incerteza sobre a quantidade de NOx que os raios produzem," explica o Dr. Kenneth Pickering, da NASA. "De fato, mesmo as mais recentes estimativas publicadas sobre a produção de NOx pelos raios variam por um fator de 4. Nós estamos tentando reduzir essa incerteza a fim de melhorar a precisão dos modelos climáticos globais e os modelos regionais da qualidade do ar.
Pior do que bilhões de carros
Usando dados coletados por aviões de pesquisa da NASA e satélites artificiais, o Dr. Pickering e seu colega Lesley Ott descobriram que os raios têm um impacto sobre a poluição e sobre o clima muito mais forte do que se supunha.
Esse impacto é mais forte sobre o clima das latitudes médias e das regiões subtropicais e menos significativo sobre a qualidade do ar superficial.
Segundo os pesquisadores, cada raio transforma 7 quilogramas de nitrogênio nos reativos gases NOx. "Em outras palavras, você pode dirigir um carro de um lado a outro dos Estados Unidos mais de 50 vezes (cerca de 150.000 km) e ainda assim produzirá menos da metade de NOx gerado por um único raio," afirma Ott.
Quando os pesquisadores multiplicaram o número de raios que atingem o solo no mundo todo por 7 quilogramas, eles descobriram que o total de NOx produzido anualmente por raios atinge 8,6 milhões de toneladas, o que é imensamente superior às estimativas anteriores.
Antigos pressupostos
Ainda mais importante do que a quantidade, contudo, é onde esse NOx é produzido. Uma década atrás, os pesquisadores acreditavam que os raios que atingem o solo produziam mais NOx do que os raios intranuvens, que ocorrem muito mais alto na atmosfera e cujas descargas elétricas nunca atingem o solo.
Os novos dados estimam que os dois tipos de raios produzem aproximadamente a mesma quantidade de NOx em média. Mas como a maioria dos raios é intranuvem, uma quantidade de NOx muito maior é produzido e permanece na alta atmosfera.
"Nós realmente começamos a questionar alguns dos antigos pressupostos conforme fomos capazes de medir os raios com maior precisão, em experimentos reais no campo," acrescenta Ott.
Aceleração do aquecimento global
Segundo os pesquisadores, é grande a possibilidade de que os raios produzam um ciclo de retroalimentação que acelere o aquecimento global. "Se o aquecimento global cria mais tempestades," afirmam eles, "isso pode levar a uma maior produção de NOx, que leva a uma produção de mais ozônio e mais aquecimento."
Os pesquisadores ressaltam que essa retroalimentação ainda é uma teoria e que, embora alguns modelos do aquecimento global deem sustentação à ideia, o fenômeno ainda deverá ser comprovado por observações de campo.
Causas naturais
Mesmo nas conclusões principais do estudo, baseadas em dados com uma qualidade muito superior às utilizadas anteriormente, ainda há muito a ser levado em conta: o valor de 7 quilogramas de NOx por raio não leva em consideração os raios das tempestade tropicais, onde ocorre a maior parte das descargas elétricas na Terra. Somente muito recentemente esses dados começaram a ser coletados e ainda não houve tempo para inclui-los nas pesquisas.
Desta forma, embora mostre uma importância dos raios na produção de gases causadores do efeito estufa muitas vezes superior aos considerados até agora, as conclusões são sabidamente subestimadas.
No caso específico dos NOx, além da emissão de origem humana, causada principalmente pela queima de combustíveis fósseis, existem várias fontes naturais de emissão, como os raios, micróbios no solo e queimadas e incêndios florestais.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Documentário sobre a nascente do rio Amazonas vai ao ar hoje à noite na TV Brasil
Raylton Alves
Nesta terça-feira, 24 de novembro, às 20h, o programa Expedições, da TV Brasil, veiculará o programa intitulado “Origens do rio Amazonas II”. O documentário resgata as expedições históricas à verdadeira nascente do rio, no sul do Peru. Além disso, divulga trechos – em primeira mão – do documentário longa-metragem do expedicionário Pedro Werneck, que percorreu todo o curso do rio Amazonas. O programa será reapresentado em 28 de novembro, sábado, às 14h, e no dia seguinte às 16h30.
Em 2007 pesquisadores da Agência Nacional de Águas (ANA), representada por Fabrício Alves (SGH); do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e do Instituto Geográfico Nacional do Peru (IGN) realizaram a primeira expedição científica brasileira-peruana à região da nascente do rio Amazonas. A iniciativa foi organizada pela RW Cine, produtora dos documentaristas Paula Saldanha e Roberto Werneck.
Para ver as fotos da expedição clique aqui
Como sintonizar a TV Brasil
Distrito Federal
Canal 2 / VHF Analógico
Canal 15 / UHF Digital
Canal 16 / NET Cabo
Canal 116 / Sky-DirecTV
ANA abre seminário sobre gestão de recursos hídricos e de resíduos
Raylton Alves
O diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, fará a abertura do IX Seminário Nacional de Gestão de Resíduos e Recursos Hídricos no Brasil: Responsabilidade Social Ambiental Público Privado. O evento ocorrerá no auditório do Interlegis*, em Brasília, das 9h às 14h, e visa a buscar caminhos socioeconômicos e ambientais para o gerenciamento da água e o manejo de resíduos. Para participar do Seminário, que é gratuito e oferece cerca de 100 vagas, é necessário realizar uma inscrição prévia por meio do sítio www.integrabrasil.com.br. Para mais informações, ligue para (61) 3274-3191 ou envie e-mail para seminarios@integrabrasil.com.br.
O Seminário conecta a gestão de recursos hídricos com a de resíduos sólidos, já que ambos são indicadores de desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, os debates sobre o tema têm o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável no Brasil e promover o país ao patamar das dez nações com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo.
O evento será transmitido via videoconferência para assembleias legislativas e por meio do sítio do Interlegis: www.interlegis.gov.br. Organizado pelo governo federal e pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, são esperados no Seminário representantes do Poder Público, setor privado, redes virtuais, mídias impressas, instituições nacionais e internacionais, terceiro setor, universidades, centros de pesquisa, entre outros.
Programação
8h30 - Recepção dos Convidados com café de boas vindas e Mostra de Vídeos do Programa EcoSenado da TV Senado
9h – Abertura com audição do Hino Nacional
Agência Nacional de Águas - José Machado – Ilmo. Senhor Diretor Presidente
9h às 12h - Temas de diretrizes aos trabalhos do dia:
- Políticas Públicas: Cenário; Projeções; Analise de Risco e Estratégia
- Projeto de Lei nº 1991/07, que institui a Política Nacional de Resíduos
- Boas Práticas de Viabilidade Econômica e Auto-Suficiência
- Os Desafios do Futuro - Responsabilidade Social e Ambiental
Congresso Nacional – Cícero Lucena - Exmo. Senhor Senador da República PSDB/PB
Congresso Nacional – Serys Slhessarenko - Exmo. Senhor Senador da República PT/MT
Congresso Nacional - Arnaldo Jardim - Exmo. Senhor Deputado Federal PPS/SP
Ministério de Meio Ambiente - Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano – Vicente Andreu Guillo - Ilmo. Senhor Secretário
Ministério das Cidades
Universidade da Água - Gilmar Altamirano - Ilmo. Senhor Diretor Presidente
Associação Mãos que Criam – Sonia Maria Mendes – Ilma. Senhora Presidente
Mediador: André Fenner – Ilmo. Senhor Consultor Técnico da Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental do Ministério da Saúde
12h às 13h30 - Será servido Brunch
13h30 - Aos que desejarem terá visita guiada ao Congresso Nacional
* Via N 2 - Anexo “E” - Senado Federal - Brasília
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
FÓRUM PERMANENTE EM DEFESA DA VIDA NA BACIA DO TAPACURÁ
| COMITÊ ESTADUAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAPIBARIBE FÓRUM PERMANENTE EM DEFESA DA VIDA NA BACIA DO TAPACURÁ |
CONVITE
O Fórum Permanente em Defesa da Vida na Bacia do Tapacurá e o Comitê Estadual da Bacia Hidrográfica (COBH) do Rio Capibaribe convidam V.Sa. para participar do SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE A BACIA DO TAPACURÁ, que acontecerá no dia 24 de novembro de 2009, das 9 às 13 horas, na FACOL – Faculdade Osman Lins, Rua do Estudante, 85, Bairro Universitário, (Fone: 3523 0012), Vitória de Santo Antão.
O evento conta com o apoio da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos, do Consórcio Projetec/BRL Engéniere e do Programa Nacional de Desenvolvimento dos Recursos Hídricos – PROÁGUA. Tem como objetivo identificar problemas e potenciais hídricos e ambientais da Bacia do Tapacurá, para subsidiar a elaboração do Plano Hidroambiental do Capibaribe. Este Plano deverá formular respostas às situações levantadas, incluindo concepção e orçamento das soluções propostas, até abril de 2010.
Neste sentido, esperamos contar com a confirmação da sua presença.
Cordialmente,
Marcelo Mesel Ricardo Braga
Presidente da Coordenação do Presidente do Fórum Tapacurá COBH Capibaribe
Secretaria do Fórum Permanente em Defesa da Vida na Bacia do Rio TApacurá
SNE – Sociedade Nordestina de Ecologia
Av. Visconde de Suassuna, 923/503 Boa Vista -Recife – PE CEP 50050-540 - Fone 32120590 - 94800936
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
EUA e outros líderes mundiais adiam chance de acordo sobre clima
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e outros líderes mundiais decidiram adiar a difícil tarefa de alcançar um acordo sobre as mudanças climáticas na conferência marcada para o próximo mês em Copenhague (Dinamarca). De lá, sairia um acordo de "comprometimento político", que jogaria as questões mais complicadas para o futuro.
Ontem, Washington e Pequim, apoiados por algumas dos principais países emergentes do mundo, comunicaram, em Cingapura, o governo da Dinamarca de que não será possível conseguir um acordo vinculante que permita a redução das emissões de dióxido de carbono.
Leia mais
- The New York TImes - Obama concorda em adiar pacto sobre mudança climática
- Spiegel - Pesquisa revela que degelo do Ártico está mais rápido do que se imaginava
- Financial Times - Exploração de energia solar cresce no Oriente Médio
Em vez disso, se tentará um acerto de duas etapas, que, na realidade, consiste em fazer em Copenhague uma mera declaração de intenções, adiando os compromissos obrigatórios para um momento mais à frente, talvez em outra conferência, como a do México, no ano que vem.
"Houve uma coincidência entre os líderes de que não é realista esperar que um grande acordo internacional completamente vinculante possa ser negociado até Copenhague", observou o vice-conselheiro de segurança nacional para assuntos econômicos internacionais da Casa Branca, Michael Froman.
A declaração foi dada ao fim de uma reunião ocorrida ao lado da assembleia do Fórum da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec, da sigla em inglês).
Segundo o jornal El Mundo, Obama não quer assinar nenhum acordo que depois não seja referendado pelo Congresso. A China, por sua vez, não está disposta a fazer movimentos relevantes no campo do clima que não sejam acompanhados por Washington. O mesmo pode se dizer da Indonésia, terceiro maior poluidor. Japão, cujo novo governo anunciou recentemente a disposição de reduzir as emissões de gases, também não quer atuar sem ações recíprocas da China e EUA.
Conforme a publicação, dessa forma, com toda probabilidade, outros grandes países em desenvolvimento, como Índia e Brasil, devem se negar a apoiar acordos que não estejam respaldados por aqueles quatro países.
"Considerando o fator tempo e a situação de cada país, devemos, nas próximas semanas, focar no que é possível e não nos distraírmos com o que não é possível", declarou o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Rasmussen.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
ANA prorroga o funcionamento da Unidade Administrativa Regional de Maceió até julho de 2010
Por meio da Resolução nº 832, publicada no Diário Oficial da União de 11 de novembro, o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, prorroga até 31 de julho de 2010 o prazo de funcionamento da Unidade Administrativa Regional (UAR) de Maceió (AL). Criada em março de 2008, a UAR da capital alagoana visa a oferecer assistência técnica, administrativa e operacional ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). A bacia abrange sete unidades da Federação: Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Distrito Federal.
Além da UAR Maceió, a ANA possui mais duas Unidades Administrativas Regionais: a de Itumbiara (GO), que apoia o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba; e a de Governador Valadares (MG), que oferece assistência ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Minc participa de debate sobre aquecimento global promovido pelo TCU
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, realiza palestra sobre “O MMA e as ações de enfrentamento das
Mudanças Climáticas” durante a abertura do I Encontro Mudanças Climáticas – Um desafio para as Políticas Públicas, promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), nos dias 10 e 11 de novembro, em Brasília.
Sintonizado com a necessidade de adoção de medidas que tratem adequadamente da escassez de água e da falta de alimentos – dois dos impactos potenciais do aquecimento global –, o TCU promove dois dias de encontro dedicados a aprofundar a reflexão sobre os desafios impostos ao Estado brasileiro para incluir o tema mudanças climáticas no planejamento das ações governamentais.
O evento, coordenado pelo ministro Aroldo Cedraz, será aberto pelo presidente do TCU, ministro Ubiratan Aguiar, e contará ainda com a presença do ministro da Ciência e da Tecnologia, Sérgio Rezende, e da senadora Ideli Salvatti. A senadora Marina Silva também é uma das convidadas para falar dos desafios do Brasil para lidar com as mudanças do clima.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
III FÓRUM MUNICIPAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
“Desenvolvimento local, territorial e sustentável”
Local: Câmara Municipal de Hortolândia
Dia: 13/11/2009 Horário: Das 8h às 13h.
Endereço: Sebastião Custódio, 20 – Remanso Campineiro
Programação
8:00 às 9:00 - Credenciamento e Coffee-break
9:00 às 09:15 - Composição da mesa
09:15 às 09:30 - Abertura
Isabel Cristina Alves - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
09:30 às 10:10 - Mesa I
Diálogo sobre Economia Solidária e Ações desenvolvidas pela Secretaria Nacional de Economia Solidária
Prof. Paul Singer - Secretário Nacional de Economia Solidária e convidados
10:10 às 10:30: Mesa I - Espaço para debate com o público
10:30 às 11:00 - Mesa II
Cenário histórico de Economia Solidária no Município de Hortolândia
Dimas Correia de Pádua – Secretário de Indústria, Comércio e Serviços
11:00 às 11:30 - Mesa III
Desenvolvimento local, integrado e sustentável – DLIS: Ações de Economia Solidária em Hortolândia
Fernando Gomes de Moraes – Secretário de Inclusão e Desenvolvimento Social
11:30 às 12:00 - Mesa IV
Bancos Comunitários: Uma estratégia de finanças solidárias para a promoção de desenvolvimento sócio-territorial
Diogo Jamra Tsukumo – Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo (NESOL/USP)
12:00 às 12:30 - Mesa V
Apresentação do Núcleo Estadual de Assistência Técnica de Economia Solidária (NEATES)
Leonardo Pinho - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
Aguinaldo Lima - UNISSOL Brasil e NEATES
12:30 - Encerramento
Proposta de assessoria técnica para a cidade de Hortolândia para o desenvolvimento dos empreendimentos de Economia Solidária e implantação das políticas públicas
Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social
III FÓRUM MUNICIPAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
“Desenvolvimento local, territorial e sustentável”
Local: Câmara Municipal de Hortolândia
Dia: 13/11/2009 Horário: Das 8h às 13h.
Endereço: Sebastião Custódio, 20 – Remanso Campineiro
Programação
8:00 às 9:00 - Credenciamento e Coffee-break
9:00 às 09:15 - Composição da mesa
09:15 às 09:30 - Abertura
Isabel Cristina Alves - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
09:30 às 10:10 - Mesa I
Diálogo sobre Economia Solidária e Ações desenvolvidas pela Secretaria Nacional de Economia Solidária
Prof. Paul Singer - Secretário Nacional de Economia Solidária e convidados
10:10 às 10:30 - Mesa I - Espaço para debate com o público
10:30 às 11:00 - Mesa II
Cenário histórico de Economia Solidária no Município de Hortolândia
Dimas Correia de Pádua – Secretário de Indústria, Comércio e Serviços
11:00 às 11:30 - Mesa III
Desenvolvimento local, integrado e sustentável – DLIS: Ações de Economia Solidária em Hortolândia
Fernando Gomes de Moraes – Secretário de Inclusão e Desenvolvimento Social
11:30 às 12:00 - Mesa IV
Bancos Comunitários: Uma estratégia de finanças solidárias para a promoção de desenvolvimento sócio-territorial
Diogo Jamra Tsukumo – Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo (NESOL/USP)
12:00 às 12:30 - Mesa V
Apresentação do Núcleo Estadual de Assistência Técnica de Economia Solidária (NEATES)
Leonardo Pinho - Fórum Paulista de Economia Solidária (FPES)
Aguinaldo Lima - UNISSOL Brasil e NEATES
12:30 - Encerramento
Proposta de assessoria técnica para a cidade de Hortolândia para o desenvolvimento dos empreendimentos de Economia Solidária e implantação das políticas públicas
Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social