terça-feira, 30 de junho de 2009

Ecossistemas poluídos podem se recuperar em uma geração

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/06/2009

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A new meta-analysis finds that most ecosystems can recover from environmental damage. But ecosystems take longer to recover from human-induced destruction and depend on societies committed to their cleanup and restoration.[Imagem: Univ.Yale]

 

A maioria dos ecossistemas poluídos ou danificados pelo homem ao redor do mundo pode se recuperar em uma geração se as sociedades se envolverem na sua limpeza e restauração.

A conclusão, bastante diferente da literatura catastrofista que tem tomado conta das pesquisas ambientais, é resultado de uma meta-análise de 240 pesquisas independentes feitas por cientistas de todo o mundo.

Recuperação ambiental

Os pesquisadores descobriram que os ecossistemas florestais se recuperam em média em 42 anos, enquanto os fundos oceânicos podem se recuperar em menos de 10 anos.

Quando examinados pelo tipo de agressão sofrida, os ecossistemas que passaram por múltiplos distúrbios interconectados recuperaram-se em média em 56 anos. Distúrbios menos graves, como invasão de espécies não-nativas, mineração, derramamento de óleo e pesca por arrastão, recuperaram-se em apenas 5 anos.

O estudo relata também que a maioria dos ecossistemas leva mais tempo para se recuperar dos danos causados pelo homem do que pelos distúrbios naturais, como tufões e furacões.

"Não estamos em um mundo sem esperanças"

"Os danos causados a esses ecossistemas são extremamente sérios," diz o pesquisador Oswald Schmitz, autor do estudo, juntamente com sua colega Holly Jones. "Mas a mensagem é que, se as sociedades escolherem se tornar sustentáveis, os ecossistemas irão se recuperar. Não estamos em um mundo sem esperanças."

A pesquisa concentrou-se em sete tipos de ecossistemas e nos principais danos ao meio ambiente causados pelo homem, incluindo agricultura, desmatamento, espécies invasoras, exploração madeireira, mineração, derramamento de óleo, pesca acima dos limites, geração de energia e pesca por arrastão. As principais fontes naturais de danos ao meio ambiente também foram consideradas, incluindo, ciclones e furacões.

A análise das pesquisas independentes encontrou 83 estudos que demonstraram a recuperação de todas as variáveis ambientais consideradas; 90 estudos relataram uma mistura de variáveis recuperadas e não-recuperada e 67 relataram que nenhuma variável havia sido recuperada.

Segundo Schmitz, 15% de todos os ecossistemas incluídos na análise superaram a recuperação e 54% dos estudos afirmavam não ter havido pesquisa em tempo suficiente para avaliar a recuperação e chegar a conclusões definitivas.

Bandeira dos ativistas ambientais

Os pesquisadores alertam para a necessidade de se desenvolverem critérios específicos para decidir quando um ecossistema está recuperado de um determinado dano, porque alguns pesquisadores desconsideram que o ecossistema estudado já incorporava danos anteriores no início do estudo, não devidos ao fenômeno que está sendo estudado.

Eles afirmam também que os dados dessas centenas de pesquisas refutam as especulações de que levará séculos ou milênios para que os ecossistemas degradados se recuperem. E defendem que a restauração dos ambientes degradados torne-se uma bandeira dos ativistas ambientais, podendo eventualmente levar a resultados muito melhores do que as especulações afirmam ser possível.

"Nós reconhecemos que a humanidade já explorou e continuará a explorar ativamente a natureza para atender às suas próprias necessidades. A mensagem de nosso estudo é que a recuperação é possível e que ela pode ser rápida para a maioria dos ecossistemas, dando muito esperança para uma transição para um gerenciamento sustentável dos ecossistemas globais," conclui Jones.

Bibliografia:
Rapid Recovery of Damaged Ecosystems
Holly P. Jones, Oswald J. Schmitz
PLoS ONE
May 27, 2009
Vol.: 4(5): e5653
DOI: 10.1371/journal.pone.0005653

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sondas partem em busca de água e local de pouso na Lua

Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/06/2009

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Visão artística das sondas lunares, logo após o lançamento. A LRO está na parte superior, tendo se separado da LCROSS e do foguete Centauro cerca de 3 horas após o lançamento.[Imagem: NASA]

 

A NASA lançou no final da tarde desta quinta-feira um foguete Atlas levando a bordo as sondas espaciais LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter) e LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite).

Sozinha, a LRO coletará mais informações da Lua do que todas as missões Apollo juntas. As duas sondas representarão a maior pesquisa da Lua feita desde o fim dos voos tripulados e o passo final necessário para o retorno do homem à Lua, planejado para o início da próxima década.

Encontrando locais de pouso

A LRO chegará na Lua na terça-feira, às 6h43, no horário de Brasília. A sonda entrará em uma órbita elíptica (30 km x 216 km) para ativação e checagem dos instrumentos. Seis dias depois, ela entrará em uma órbita circular polar de baixa altitude (50 km) para começar sua missão, com a primeira etapa prioritária prevista para durar 12 meses. Na sequência, ela continuará coletando dados científicos por mais três anos.

Os sete instrumentos científicos da LRO fornecerão dados essenciais para o retorno do homem à Lua, incluindo o primeiro mapeamento tridimensional do relevo lunar, com a indicação dos pontos de pouso mais seguros e mais promissores para novas pesquisas científicas. A localização de recursos minerais, inclusive água, que poderão ser úteis às futuras missões e o mapeamento da radiação ambiental também estão os objetivos prioritários da missão.

Existe mesmo água congelada na Lua?

Já a missão principal da LCROSS será responder a uma pergunta essencial: existirá de fato água congelada em algum lugar na Lua? Para tentar encontrar uma resposta, o último estágio do foguete Atlas, chamado Centauro, será usado como um projétil que deverá alvejar uma cratera no lado escuro da Lua.

O choque deverá acontecer no dia 9 de Outubro.

A LCROSS é formada pelo conjunto Centauro e a sonda propriamente dita, chamada Shepherding (pastor). As duas irão se separar 9h40 antes do impacto, em uma manobra que também dirigirá os instrumentos da sonda na direção do choque.

Duas crateras artificiais na Lua

A própria Shepherding se chocará com a Lua, cerca de quatro minutos depois do Centauro. Com isto, seus instrumentos poderão analisar o choque com grande proximidade. São dois espectrômetros na faixa do infravermelho próximo, um espectrômetro na faixa visível e ultravioleta, duas câmeras de infravermelho médio, duas câmeras de infravermelho próximo, uma câmera visível e um fotômetro de alta velocidade na faixa da luz visível.

Com seus 12 metros de comprimento por três de diâmetro e 2.249 quilogramas, o Centauro se chocará com o solo lunar a 9.000 km/h, num ângulo de inclinação entre 60 e 70 graus. Calcula-se que a cratera resultante medirá 4 metros de largura por 20 metros de comprimento e 2 metros de profundidade, levantando 350 toneladas de poeira e rochas que poderão atingir uma altitude de 50 km.

Depois de capturar todas as informações do primeiro impacto e transmiti-las para a Terra, a Shepherding, com seus 2.305 quilogramas, fará a sua própria cratera, levantando um pouco menos de poeira, alguma coisa próxima a 150 toneladas.

Com a análise à distância dessas nuvens de poeira, os cientistas esperam obter mais informações do que as disponibilizadas pelos 382 quilogramas de rochas lunares trazidas pela missão Apollo.

Impacto ambiental das culturas agrícolas para biocombustíveis ainda é incerto

 

Jussara Mangini - 18/06/2009

 

Os cientistas ainda não chegaram a uma conclusão definitiva quando o assunto é o impacto sobre o solo e o meio ambiente em geral causado pela mudança de uso da terra pelas culturas para a produção de biocombustível.

Durante um encontro realizado nesta semana em São Paulo, os pesquisadores apresentaram dados conflitantes, sobretudo no que diz respeito a estoque de carbono e emissões de gases causadores do efeito estufa.

Estocando carbono no solo

Em sua apresentação "Estoque de carbono e emissão de gases de efeito estufa associados com cultivo de cana-de-açúcar no Brasil", Carlos Clemente Cerri, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo, demonstrou a possibilidade de estocar carbono no solo com práticas agrícolas.

Segundo ele, durante o processo de produção da gasolina são emitidos gases que, se convertidos em dióxido de carbono, correspondem à emissão de 2,74 miligramas de equivalente do gás por litro de gasolina. Para que o etanol substitua a gasolina com vantagens, sob o ponto de vista de emissão de gases de efeito estufa, será preciso emitir menos que esse coeficiente.

"Temos de pensar como produzir com menor impacto de emissão de gases, menor consumo de água, entre outros. Talvez tenhamos de repensar processos de adubação e reduzir a quantidade de calcário. Pode ser possível reduzir a um limite tal que não comprometa a produção, mas que diminua consideravelmente a emissão de dióxido de carbono", apontou.

"Pode ser que não precisemos ter uma produtividade tão elevada se, no final, tivermos ganhos para o etanol para que ele substitua a gasolina com vantagem. Mas esse cálculo nós ainda não temos", disse.

Perdendo o carbono do solo

Ao falar sobre a "Contribuição das mudanças da terra ao balanço dos gases de efeito estufa dos biocombustíveis", Kristina Anderson-Teixeira, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, apresentou estudos de ciclo de vida de gases de efeito estufa que demonstram maneiras de analisar o impacto da cana-de-açúcar e de outras culturas na produção de biocombustível.

Os estudos conduzidos por Kristina, que incluem duas localidades no Brasil - em Alagoas e São Paulo -, demonstram perda de estoques de carbono no cultivo da cana-de-açúcar.

Segundo Urquiaga, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Agrobiologia), apresentou dados de emissão de óxido nitroso que representam uma fração do que tem sido visto na literatura científica internacional, inclusive em dados usados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Metodologias imaturas

Diante do contraste de resultados apresentados, Glaucia Mendes de Souza, coordenadora do Projeto BIOEN, afirmou que as metodologias de análise de emissões ainda estão imaturas e que o programa pode trazer uma grande contribuição para criar um grupo ou uma rede de discussão sobre as metodologias.

Para Cantarella, diminuir a incerteza e a variabilidade que cercam os números exige um esforço da comunidade científica de ir a campo fazer novas avaliações.

"Obter números sobre os quais tenhamos um nível de certeza melhor é importante porque esse debate não é só do Brasil, é internacional", disse.

Os participantes do encontro destacaram a necessidade de haver uma preocupação não somente com a cana-de-açúcar, mas também com outras culturas. Mas, segundo eles, é preciso considerar o ciclo de vida da cadeia produtiva e, principalmente, que o etanol é sustentável e que, mesmo apenas com os dados disponíveis no momento, já se pode afirmar que oferece vantagens sobre a gasolina.

Cana-de-açúcar 3.0: do etanol à bioeletricidade e aos hidrocarbonetos

 

Thiago Romero - 17/06/2009

[Imagem: Harald Kreutzer]

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Do açúcar ao etanol, e daí para a eletricidade, para os plásticos e, finalmente, até os hidrocarbonetos. Para Marcos Jank, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), essa é a rota de utilização da cana a ser seguida pelas atividades de pesquisa científica e tecnológica nos próximos anos.

"É muito provável que, daqui a dez anos, o Brasil esteja investindo em estudos e na produção de hidrocarbonetos a partir de açúcares convencionais, quando a cana poderá dar origem a um combustível de terceira geração, principalmente se o preço do petróleo voltar a patamares elevados", disse.

Novas rotas de utilização da cana

"Essas novas rotas de utilização da cana são uma possibilidade extremamente concreta e bem próxima da realidade. Pelo menos uma dezena de empresas americanas está investindo pesadamente nessa área, seja por vias biológicas ou não biológicas. Essa nova fronteira acontecerá tão mais rápido quanto maiores forem a escassez do petróleo e os problemas do clima", afirmou.

Segundo Jank, atualmente as pesquisas e suas aplicações estão entrando na era da eletricidade gerada a partir da cana-de-açúcar e também é muito provável que, em poucos anos, a maior parte do bagaço e da palha da cana seja usada para a geração de energia elétrica, "que hoje é o mercado demandante, uma vez que já existe um excedente de etanol no mercado devido à expansão da indústria nacional nos últimos anos".

Energia contida na biomassa

Dois terços da energia da cana-de-açúcar, seja para a produção de biocombustíveis ou eletricidade, têm origem na biomassa da gramínea, explicou o presidente da Unica, entidade que reúne 127 empresas industriais associadas.

Segundo ele, a energia contida nas plantações de cana do país apresenta potencial estimado da ordem de 14 mil megawatts, o que representaria "duas usinas de Itaipu adormecidas nos canaviais brasileiros".

Bioeletricidade

"O potencial de crescimento da eletricidade de cana, a chamada bioeletricidade, é surpreendente, devendo passar dos atuais 3% da matriz energética nacional para cerca de 15% em 2020, isso considerando apenas a utilização do bagaço e da palha da cana que está plantada atualmente no Brasil", apontou o também professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

A biomassa da cana é considerada ainda, de acordo com Jank, uma matéria-prima cada vez mais importante para a indústria da alcoolquímica, com destaque para os plásticos verdes e uma série de outros produtos que podem ser feitos além do etanol.

"Estamos diante de um emaranhado de possibilidades e as experiências brasileiras ainda estão à frente do ponto de vista global, mas essa dianteira ainda não está garantida e dependerá de muito investimento em pesquisa e desenvolvimento na área, além da definição de uma nova agenda de pesquisa para a cana no mundo da energia", destacou.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Cidadão pode verificar previsão meteorológica dos 75 municípios na internet

O serviço é oferecido gratuitamente a qualquer cidadão, bastando acessar o site da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos
18/06/2009 - 08:52

Um investimento em tecnologia de ponta resultando em informações que garantem segurança na avaliação das condições ambientais, recursos hídricos e prevenção de catástrofes provocadas pelo clima. Este é o resultado da implantação das Plataformas de Coleta de Dados (PCD), fazendo do Estado de Sergipe o primeiro do país a oferecer, via internet, a previsão meteorológica para todos os seus 75 municípios.

O serviço é oferecido gratuitamente a qualquer cidadão, bastando acessar o site da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) e buscar o serviço de Previsão do Tempo por Município. O cidadão pode contar com a previsão para os próximos sete dias, em todas as cidades do Estado, 365 dias por ano.

De acordo com o meteorologista da Semarh, Overland Amaral, que possui 27 anos de atuação nessa atividade, este serviço é fruto do investimento do Governo do Estado em parceria com o Governo Federal, através do Programa de Instalação e Modernização de Centros Estaduais de Meteorologia, que possibilitou a instalação de uma rede de 10 estações meteorológicas em todo o Estado e aquisição de equipamentos de suporte ao sistema, triplicando a capacidade instalada.

Fonte: Semarh

Angela Maria do Nascimento Lima
Assistente Administrativo I

Unidade Administrativa Regional - UAR/SE
Agência Nacional de Águas
Rua Vila Cristina,1051, Bairro 13 de Julho
CEP:49.020.150 - Aracaju/SE
Tel.:(79)3214-7281/9985-3166
e-mail: amlima2009@yahoo.com.br
           amlima-angela@hotmail.com
        angela.lima@ana.gov.br

A água é questão de sobrevivência, o caminho começa em você.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Se os beijos fossem água

Te daria um oceano.      
Se os ABRAÇOS fossem plantas,

Te daria um quintal. 

Se a VIDA fosse um planeta,


Te daria uma galáxia.

Se a AMIZADE fosse a vida,


Te daria a minha.
         


 

segunda-feira, 15 de junho de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Plante uma árvore ao lado de sua casa e economize energia

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Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/05/2009

Que cultivar árvores faz bem ao meio ambiente, todas as crianças já sabem. Mas que elas podem ajudar a diminuir a conta de luz no fim do mês já não é tão óbvio.

Pesquisadores norte-americanos descobriram que as árvores plantadas ao lado das residências podem diminuir o consumo de energia em 5%, desde que elas sejam plantadas na posição correta. Para o melhor benefício, as árvores devem ficar posicionadas para oferecer sombra nos lados oeste e sul das residências.

Custo de carbono

A pesquisa envolveu o acompanhamento de 460 residências na cidade de Sacramento, durante o verão. Estatísticas precisamente coletadas demonstraram que os ganhos vão além da diminuição da conta de luz: o "custo de carbono" também é diminuído com o cultivo das árvores.

"As pessoas já sabem há muito tempo que as árvores têm múltiplos efeitos para as pessoas, mas nós quantificamos esses benefícios pela primeira vez usando dados reais e colocamos valores nesses efeitos," justifica o pesquisador David Butry, do instituto NIST.

Segundo o estudo, árvores plantadas nos lados oeste e sul diminuem a conta de eletricidade em até 5%. Se elas estiverem no lado leste não há qualquer efeito mas, se as árvores forem plantadas no lado norte, elas podem de fato aumentar a conta de energia.

Sequestro de carbono

"Além de fornecer sombra, as árvores sequestram carbono," diz Butry. "Nós medimos o quanto essas árvores reduziram o carbono criado pela queima de combustíveis para produzir a eletricidade e descobrimos que as árvores também sequestraram uma quantidade equivalente de carbono, o que representa um benefício em dobro."

A pesquisa chamou a atenção de empresas de energia da Coreia do Sul e da África do Sul, que contataram os pesquisadores para que o estudo seja expandido para outras regiões e para outras estações do ano, a fim de que as conclusões possam ser mais gerais.

Somos o vento

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Brasil é líder global em energias limpas, diz ONU

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Carlos Araújo, da Rádio ONU - 04/06/2009

 

Um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, sugere que o mundo investiu US$ 155 bilhões, o equivalente a mais de R$ 310 bilhões, em energia renovável no ano passado.

De acordo com o documento "Tendências Globais de Investimentos em Energias Sustentáveis 2009", o montante representa mais da metade dos US$ 250 bilhões do setor tradicional de energia no mesmo período.

Investimentos limpos

O relatório revela ainda que o volume de investimentos em projetos de energia limpa quadriplicou em relação a 2004, superando pela primeira vez os investimentos em energias fósseis. A maior parte desses investimentos ocorreu no Brasil e na China.

Os Estados Unidos registraram uma queda de 2%, enquanto o crescimento na Europa desacelerou.

Os maiores investimentos estão ocorrendo na área de biocombustíveis, energia eólica e solar.

Brasil como líder global

De acordo com o relatório do Pnuma, o Brasil é o maior mercado mundial de energias renováveis. Cerca de 46% de toda a energia consumida no país são provenientes de fontes limpas. E 90% dos carros produzidos hoje no Brasil são bicombustíveis, podendo rodar com gasolina ou álcool.

A agência das Nações Unidas diz ainda que o Brasil é também o líder global no financiamento de energias limpas. Mais de 90% de novos investimentos registrados na América Latina ocorreram no país.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

NATUREZA

Boletim Agua - Nº 26 - Maio de 2009

Nº 26 - Maio de 2009

Eraldo Peres / Banco de Imagens ANA

Seminário nacional sobre água, desenvolvimento e sustentabilidade é promovido pela ANA e governo da Bahia

Entre 04 e 05/06, durante a Semana Nacional do Meio Ambiente, especialistas na área de recursos hídricos, autoridades e o público se encontrarão em Salvador, no Fiesta Bahia Hotel, para o seminário nacional “Nordeste: Água, Desenvolvimento e Sustentabilidade”. Promovido pela Agência Nacional de Águas (ANA) em parceria com o governo da Bahia, por meio do Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá), o evento foi concebido para ser um espaço aberto para a exposição e o debate das experiências práticas e dos desafios políticos do desenvolvimento, visando à integração das políticas de recursos hídricos nos diferentes níveis de governo e na sociedade civil.

Sítio da ANA tem divulgado diariamente informações sobre nível de rios amazônicos

Situação de rios amazônicos começa a se normalizar

Desde o dia 22 de abril, a Agência Nacional de Águas (ANA) divulga diariamente em sua página eletrônica (www.ana.gov.br) dados sobre os níveis de rios amazônicos. O objetivo é informar as populações locais sobre as condições dos cursos d’água. Veja a seguir um panorama da situação dos rios na última semana.

Raylton Alves / Banco de Imagens ANA

Sabatina do Senado aprova recondução de nomes para a diretoria da ANA

Em 26/05, sabatina da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado aprovou por 11 votos a recondução de Bruno Pagnoccheschi e Dalvino Franca (da direita para esquerda respectivamente) para os dois cargos de diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) atualmente vagos. O próximo passo é a avaliação que será feita pelos senadores em Plenário.

Denise Caputo / Banco de Imagens ANA

Diretor-presidente debate agricultura irrigada e desenvolvimento sustentável

José Machado, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), marcou presença no Seminário Nacional de Agricultura Irrigada e Desenvolvimento Sustentável em 20/05. O evento ocorreu no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, entre os dias 19 e 20, e teve entre seus objetivos a identificação dos grandes desafios enfrentados pela agricultura irrigada e a maneira mais eficiente de superá-los, levando em consideração aspectos sociais, econômicos e ambientais.

Denise Caputo / Banco de Imagens ANA

Audiência pública discute política europeia de gestão da água

A convite da Agência Nacional de Águas (ANA), o presidente do Instituto da Água de Portugal (Inag), Orlando Borges (foto), esteve no Brasil para apresentar a Diretiva Quadro da Água da União Europeia, que é a política europeia de gestão dos recursos hídricos. Por isso, em 21/05, o português participou de audiência pública da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado para tratar dos benefícios do instrumento para a legislação de recursos hídricos da Europa. O diretor-presidente da ANA, José Machado, também participou da audiência e tratou da gestão da água no contexto federativo do Brasil.

Autor desconhecido / Banco de Imagens ANA

Irrigação e mineração lideram número de outorgas em abril

A Agência Nacional de Águas (ANA) deferiu 60 pedidos de outorga de direito de uso da água em abril, encerrando os primeiros quatro meses de 2009 com 202 autorizações concedidas pela autarquia. No último mês, as finalidades outorgadas foram as seguintes: irrigação (24); mineração (13); aqüicultura de tanque-rede (9); indústria e hidrelétrica (4 cada); abastecimento público e outros usos (3 cada).

Seminário nacional sobre água, desenvolvimento e sustentabilidade é promovido pela ANA e governo da Bahia

Raylton Alves

Entre 04 e 05/06, durante a Semana Nacional do Meio Ambiente, especialistas na área de recursos hídricos, autoridades e o público se encontrarão em Salvador, no Fiesta Bahia Hotel, para o seminário nacional “Nordeste: Água, Desenvolvimento e Sustentabilidade”. Promovido pela Agência Nacional de Águas (ANA) em parceria com o governo da Bahia, por meio do Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá), o evento foi concebido para ser um espaço aberto para a exposição e o debate das experiências práticas e dos desafios políticos do desenvolvimento, visando à integração das políticas de recursos hídricos nos diferentes níveis de governo e na sociedade civil.

No primeiro dia de seminário, dois serão os temas abordados: “Políticas Públicas: Água, Desenvolvimento e Sustentabilidade” e “Convivência com a Seca: os Desafios às Políticas Públicas”. No dia seguinte, duas discussões encerram o evento: “Usos Múltiplos das Águas: Desafios da Gestão Participativa” e “Sustentabilidade Ambiental e a Desertificação”.

Várias autoridades têm presença confirmada no seminário, como: o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado; o governador da Bahia, Jaques Wagner; o diretor-geral do Ingá, Julio Rocha; entre outros.

Mais informações: (71) 3116-3009 e cerimonial@inga.ba.gov.br

Situação de rios amazônicos começa a se normalizar

Denise Caputo

Desde o dia 22 de abril, a Agência Nacional de Águas (ANA) divulga diariamente em sua página eletrônica (www.ana.gov.br) dados sobre os níveis de rios amazônicos. O objetivo é informar as populações locais sobre as condições dos cursos d’água. Veja a seguir um panorama da situação dos rios na última semana.

Rio Negro

O nível do rio Negro está estável. Manaus registrou nos últimos três dias a cota de 29,11m. Apesar de não estar mais em ascensão, o nível do curso d’água continua elevado para esta época do ano.

Rio Acre

Na última semana, o rio Acre registrou sucessivas baixas em seu nível. Ontem (27/05), em Rio Branco, o curso d’água estava com 7,48m.

Rio Amazonas

O nível do rio Amazonas na estação de Óbidos (PA) apresenta estabilidade, estandona cota de 8,52m nos últimos três dias – o que mantém as populações ribeirinhas em situação de alerta. Nessa época do ano, o rio costuma estar com menos de 7,5m.

Rio Tapajós

Em Santarém (PA), o rio Tapajós também tem oscilado pouco. Ontem, seu nível era de 8,20m.

Sabatina do Senado aprova recondução de nomes para a diretoria da ANA

Raylton Alves

Em 26/05, sabatina da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado aprovou por 11 votos a recondução de Bruno Pagnoccheschi e Dalvino Franca para os dois cargos de diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) atualmente vagos. O próximo passo é a avaliação que será feita pelos senadores em Plenário.

Pagnoccheschi e Franca exerceram mandato de diretores da Agência entre maio de 2005 e maio de 2009. Em sua apresentação aos senadores, o engenheiro civil Bruno expôs as principais ações desenvolvidas pela instituição durante seu mandato. Além disso, afirmou que a efetiva implantação da Política Nacional de Recursos Hídricos requer articulação e integração com as demais políticas setoriais.

Durante sua apresentação, o arquiteto Dalvino Franca destacou a qualidade do corpo técnico da ANA e enfatizou vários temas relacionados à sua atuação como diretor da autarquia, como: a Rede Hidrometeorológica Nacional, a ação Água e Cultura e a integração do Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos (Snirh) com os sistemas estaduais

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; o diretor-presidente da ANA, José Machado; e os outros dois diretores da agência reguladora, Benedito Braga e Paulo Varella, compareceram ao Plenário 6 da Ala Nilo Coelho, que ficou lotado em função da sabatina.

Clique aqui para saber mais sobre Bruno Pagnoccheschi e Dalvino Franca

Diretor-presidente debate agricultura irrigada e desenvolvimento sustentável

Raylton Alves

José Machado, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), marcou presença no Seminário Nacional de Agricultura Irrigada e Desenvolvimento Sustentável em 20/05. O evento ocorreu no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, entre os dias 19 e 20, e teve entre seus objetivos a identificação dos grandes desafios enfrentados pela agricultura irrigada e a maneira mais eficiente de superá-los, levando em consideração aspectos sociais, econômicos e ambientais.

De acordo com o diretor-presidente da ANA, é necessário fazer irrigação no Brasil, mas de modo ordenado. “É preciso haver planejamento e gestão, de forma a racionalizar o uso da água e, também, a não prejudicar os demais setores usuários”, afirmou. De acordo com Machado, a implantação do Fórum Permanente de Agricultura Irrigada pode colaborar para a integração das políticas públicas para a gestão da água na irrigação.

A Agência Nacional de Águas apoiou o evento, o qual foi realizado em parceria entre o Ministério da Integração Nacional (MI); o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); a Câmara dos Deputados; e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

Audiência pública discute política europeia de gestão da água

Raylton Alves

A convite da Agência Nacional de Águas (ANA), o presidente do Instituto da Água de Portugal (Inag), Orlando Borges, esteve no Brasil para apresentar a Diretiva Quadro da Água da União Europeia, que é a política europeia de gestão dos recursos hídricos. Por isso, em 21/05, o português participou de audiência pública da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado para tratar dos benefícios do instrumento para a legislação de recursos hídricos da Europa. O diretor-presidente da ANA, José Machado, também participou da audiência e tratou da gestão da água no contexto federativo do Brasil.

Aprovada pelo Parlamento Europeu em outubro de 2000, a Diretiva Quadro da Água da União Europeia estabelece critérios e metas para vários aspectos da água, como: consumo humano, prevenção e controle de poluição, regras para águas residuais urbanas, nitrato, agricultura, entre outros. “Os países que, por alguma razão, não conseguem cumprir prazos e metas, precisam se justificar por meio de relatórios técnicos e solicitar a prorrogação de prazos à Comissão Europeia”, explicou Borges. Entre os principais objetivos da Diretiva, estão: controlar as fontes poluidoras de água, assegurar preços da água que incentivem o uso racional do recurso e obter uma boa qualidade das águas (superficiais, subterrâneas e costeiras).

Durante a fala do diretor-presidente da ANA, José Machado apontou os desafios na gestão dos recursos hídricos brasileiros no contexto federativo do país, já que diversos atores compõem o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh). “Gostaríamos de propor à sociedade um debate sobre a adoção de metas, a exemplo do que faz a Europa”, concluiu. Curiosamente, enquanto o Brasil possui 27 unidades da Federação, a União Europeia é composta de 27 países membros.

Irrigação e mineração lideram número de outorgas em abril

Denise Caputo

A Agência Nacional de Águas (ANA) deferiu 60 pedidos de outorga de direito de uso da água em abril, encerrando os primeiros quatro meses de 2009 com 202 autorizações concedidas pela autarquia. No último mês, as finalidades outorgadas foram as seguintes: irrigação (24); mineração (13); aqüicultura de tanque-rede (9); indústria e hidrelétrica (4 cada); abastecimento público e outros usos (3 cada).

Assessoria de Comunicação Social - ANA
Telefones: (61) 2109-5129/5103 Fax: (61) 2109-5103 e
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